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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Ramon foi castrado hoje.



Hoje foi um dia daqueles. Foi o dia da castração do Ramon.
Entrou na clínica as 9 da manhã e saiu as 17 h. E foi bem neste intervalo de tempo que descobri que a traquéia do cão braquicefálico pode ser perigosamente estreita em alguns pontos. Essa condição resulta em um risco anestésico tremendo, e deve ser descartada por radiografias peitorais antes de qualquer procedimento cirúrgico.
Obs.: Entrei em pânico em silêncio.
Percebi nestes momentos o quanto eu gosto desta praguinha chamada Ramon.
Quando eu voltei para casa da academia pela manhã ninguém latiu quando eu cheguei.
Quando estava fazendo minha salada de fruta que levo para o trabalho ele não estava com aquela cara de “quero desesperadamente mamão” aos meus pés.
Não tinha pedras brancas do vaso pelo chão.
Concluo que o Ramon dá um certo tempero a minha vida. Mas é um tempero como pimenta, não pode passar do ponto. Por isso castrei.

Portando castrei o Ramon pelos seguintes motivos:

Apesar de eu achá-lo o cachorro mais simpático do mundo, por ele ser prognata sai do padrão recomendado da raça. Portanto não serve para ser padreador.

Ao contrário do Dodi ele é muito territorialista. Cada pessoa que chega ao corredor é um escândalo de tanto latido. E não quero dar motivos para receber multa da sindica.

Estes dias o meu amigo Gustavo chegou à minha casa e ele não parou de latir, cheguei a achar que ele poderia morder.Demorei para fazê-lo ficar quieto. Situação que jamais aconteceu com o Lorde Dodi.

E logo ele entraria na fase da ebulição dos hormônios e pelo que ele apresenta de sua personalidade seria difícil controlá-lo.

Sem falar da futura disputa pela liderança com o Dodi.

Então depois de muitas conversas com a veterinária decidi que seria a hora certa de castrá-lo.  

Agora ele já esta em casa meio tonto, mas super bem.

Vídeo mais recente dos pequineses. Tomara que Ramon preserve a sua alegria.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Comedouros e Bebedouros


Comedouros e Bebedouros

A maioria das pessoas compra vasilhas para água e comida do pet da mesma forma com que escolhe caminhas, coleiras e outros acessórios: pela aparência, cores, marca. Mas você sabia que um inocente comedouro de plástico pode levar seu cão ou gato a desenvolver intoxicações e alergias? Apesar de pouco orientada por veterinários, a escolha das vasilhas merece atenção. Mas com tanta variedade no mercado, como saber os riscos e vantagens de cada material? Confira abaixo as nossas dicas.

Plástico

Preço e beleza são o forte das tigelas de plástico, mas elas definitivamente não são uma boa opção. Estudos mostram que o plástico tende a se dissolver na presença de água e outros líquidos, o que resulta em ingestão contínua de petroquímicos. Além disso, filhotes freqüentemente roem e engolem pedaços do comedouro plástico e podem sofrer sérias obstruções e perfurações gastrointestinais. A desinfecção do comedouro ou bebedouro de plástico é particularmente complicada. Se aquecido no microondas ou lavado com água fervente - duas formas comuns de se matar bactérias – o recipiente plástico libera o BPA (Bisfenol A) um composto orgânico associado ao diabetes, câncer de mama, baixa contagem espermática e doenças crônicas. Leia esse artigo científico para saber mais – isso vale também para os humanos!
Microorganismos adoram se infiltrar nas ranhuras do fundo da tigela de plástico. Com o contato regular do animal com essas bactérias, podem aparecer falhas no pêlo e dermatites na região do focinho e da boca. Os gatos pode desenvolver um tipo de acne, caracterizada pela presença de pontinhos pretos ou purulentos no queixo. Por essas e outras, fuja dos comedouros e bebedouros de plástico!

Alumínio

Tigelas de alumínio são bonitas, costumam ser baratas e são mais fáceis de limpar do que as de plástico. Mas são igualmente destrutíveis e liberam uma certa quantidade de alumínio na ração ou água, o que pode causar algum malefício para a saúde do pet a longo prazo. Se tiver marcas de mordidas ou estiver desgastada a vasilha rapidamente vira esconderijo de bactérias e precisará ser trocada.

Cerâmica

Vasilhas de cerâmica são boas opções. Mantêm a água fresquinha e não são atraentes para filhotes e adultos mordedores. Se optar por uma vasilha de cerâmica não polida lembre-se de desinfetá-la diariamente para evitar proliferação bacteriana nos poros. Despeje água fervente e lave bem com detergente, ou aqueça a vasilha no microondas por uns três minutos para matar os microorganismos. Cerâmicas polidas e pintadas não oferecem cantinhos para as bactérias se esconderem e são bem fáceis de higienizar. Por outro lado, o chumbo presente na tinta ou verniz pode causar intoxicação. Para saber mais sobre os efeitos prejudiciais do chumbo e como evitá-los, leia essa matéria.

Inox (ou aço inoxidável)

Essa é uma das melhores opções. Vasilhas de inox são bonitas, super duráveis, resistem a mordidas e são bastante fáceis de lavar e desinfetar. O fato de não terem poros dificulta a vida das bactérias e evita problemas de pele e contaminações. Para desinfetar e deixá-la brilhando, não precisa mais do que água quente e detergente. O único inconveniente é o preço, que não costuma ser dos mais baixos…

Vidro

Vasilhas de vidro, juntamente com as de aço inoxidável, estão entre as mais higiênicas. Não têm poros, são elegantes e de fácil desinfecção (utilize o microondas, água quente e detergente). Pode ser mais barata que a de inox, mas requer algum tipo de suporte ou base antiderrapante para evitar que se quebre durante as refeições. É uma opção interessante para gatos. O chato é que tigelas de vidro especialmente para pets podem ser meio difíceis de encontrar.

Outras dicas

Alguns cães têm o hábito de comer encerando o chão com a vasilha. Para evitar isso – e essa dica vale para qualquer tipo de comedouro – sempre utilize vasilhas de tamanho confortavelmente proporcional ao diâmetro da boca aberta do seu pet e prefira os recipientes mais pesados ou com antiderrapantes.
Alguém já viu vasilhas de cães sendo flambadas? A dica é da criadora de Bulldogs Franceses, Camilli Chamone, do canil Ville Chamonix e pode ser utilizada para esterilizar recipientes de cerâmica, alumínio, vidro ou inox.

Fonte: Cachorro verde
Fomar mais prática para limpar as vasilhas.

Fotos Parcão






sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Dodi a procura de namorada Curitibana


Dodi é um pequinês com pedigree de 1 ano e 6 meses, vermelho,  5 quilos e 450 gramas dentição e mordedura perfeita.
Sua pelagem totalmente dentro do padrão.
Seu temperamento é extremamente calmo e carinhoso.
Praticamente não late.


Está à procura de pequinesa curitibana que esteja dentro do padrão,de preferência com pedigree, para futuro compromisso.



quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Ramon com alergia de verão

Cães raça pequinês sofrem muito com alergia de pele no verão. O Dodi quase não tem problemas, já o Ramon tem sofrido bastante. Pelo que li e a veterinária falou no verão é comum estes problemas alérgicos. Ambos passam sempre os remédios contra pulgas, mas em parques sempre aparece uma para morder e, espero morrer em seguida. Gerando a lesão que se transforma em alergia. A situação ficou complicada para Ramon, tanto que hoje passou por um banho terapêutico no pet para ver se melhora.
Este vídeo é de um momento corriqueiro do Ramon com seu brinquedo predileto. "O Frango".

Vídeo oficial do Dodi e Ramon no SBT

Vídeo oficial do Dodi e Ramon no SBT

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Fotos do Final de Semana


Parcão













Festa da Uva em Santa Felicidade




Aviário

Cama nova do Dodi


Ou será a cama nova do Ramon
A disputa foi lançada.
Obs.: Tem mais uma cama vermelha  que foi ignorada por ambos.