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Pequinês Social Club

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Dodi Castrado


Ontem foi o dia da castração do Dodi. A cirurgia correu tudo bem.

O mais estranho foi chegar em minha casa . Abri a porta e o Ramon veio correndo, como sempre, ao contrário do Dodi. Este estava com uma cara de quem queria me contar algo. Foi muito estranho

Ao pegá-lo no colo ele deu um gritinho de dor. Apesar de ter pegado o rapaz com o maior cuidado.

Sentei no chão. Ele se encaixou entre minhas pernas e ficou me encarando por mais de 10 min.



Seu rosto estava muito expressivo. Lia-se várias hipóteses deste olhar lacônico:

- Você não sabe o que aconteceu comigo hoje à tarde. Cortaram minhas bolas!

- Quem você pensa que é em mandar me castrar!

- Porque não me deixou cruzar pelo menos uma vez seu malvado!

- O que eu vou dizer para os meus amigos agora!

- Eu te odeio. Estou esperando um descuido seu e vou morder seu nariz!

- Estou carente...Quero colo.

Como eu queria saber...

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Nós do Pequinês Social Club - Lincon Elaine Max




Era dia 21/11/2006 estávamos comemorando quatro meses de casados, estávamos felizes, mas ao mesmo tempo eu estava triste por não ter um cachorrinho para me alegrar após um longo dia de trabalho, visto que meu marido era contra termos um cãozinho dentro de casa, já que residíamos em um apartamento. Neste mesmo dia tudo mudou. Meu marido chegou em casa e disse que iríamos sair para comprarmos um cachorro. Fiquei espantada e ao mesmo tempo feliz, pois iria ter um companheiro para nos alegrar, pois animal é tudo de bom. Pensamos em qual raça compraríamos e chegamos à conclusão de que um Pinscher seria melhor por conta do tamanho e por residirmos em um apto.
Partimos em busca do nosso companheiro, e em um dos Pets shops que paramos até avistamos uns filhotes de Pinscher, mas já estava fechado e eu tinha que aproveitar a empolgação do meu marido. Partimos para outros e por sorte encontramos um que estava aberto, bem como também encontramos ali alguns filhotes da raça que desejava-mos. Escolha feita partimos para a compra dos acessórios (caminha, casinha, coleirinha, ração, etc.), quando em um canto do Pet vi uma gaiola com um lindo filhote peludo que pulava e chorava muito, como se tivesse me chamando, perguntei para a atendente qual a raça e ela respondeu que era um Pequinês. Foi amor a primeira vista! Peguei- o no colo e não quis largar mais e neste mesmo momento falei: “Eu quero esse! Ele tem que ser meu!”. Nessas alturas já havia desistido do pinscher e me apaixonado pelo pequinês. Momentos mais tarde ficamos sabendo que ele já se encontrava ali há mais de um mês, sendo que ninguém o queria por já estar crescendo, razão pela qual optamos em ficar com ele. Outra curiosidade foi o fato de a atendente ter nos dito que ele estava em liquidação por ser o último filhote da ninhada.

Pois bem, chegando em casa a primeira providência foi a escolha do nome do novo integrante da família. Diversas foram às opções, mais em nenhuma delas ele atendia, exceto quando meu marido chegou perto dele e o chamou de MAX, foi quando ele realmente atendeu ao chamado.



Passados exatos cinco anos, muitas coisas aprendemos e vivenciamos ao convivermos com o Max. Ele não é muito carinhoso, mas está sempre junto a nós, possui uma personalidade muito forte, além de ser territorialista possui algumas manias, não sei se foi o modo como foi criado, se foi certo ou errado para o padrão da raça, não sei, só sei que ele é nosso companheiro, pois quando nos sentamos-nos à mesa da cozinha, no sofá ou até mesmo quando nos deitamos na cama o Max sempre está por perto e se colocarmos ele no lado oposto a não ser exatamente em nosso meio das duas uma: ou ele se joga no chão e faz uma cara de cachorro escorraçado ou vai para a cama dele com o rabo bem baixo. Já quando está com preguiça de comer ele para em frente ao pote e começa a latir obstinadamente até ganhar ração na boca ou algum outro petisco. Definitivamente já faz parte da família.


A admiração e amor pela raça foram tamanhos que em abril de 2009 resolvemos cruzá-lo. Não foi com a intenção de obter lucro e sim pelo prazer em aumentar a família, já que fomos procurados pela proprietária da fêmea. O Max foi progenitor de três filhotes lindos, sendo que um deles ficou com a nossa família e tem o nome de MAX JÚNIOR.



Ao pegarmos a chave do carro ele fica louquinho, não pode ver o portão aberto que está sempre na rua (liberdade vigiada é claro) querendo mandar na cachorrada e ele enfrenta mesmo, não tem noção de perigo nem de tamanho. Além disso, ele é muito preguiçoso está sempre dormindo e nos agraciando com seu maravilhoso ronco. Aliado a todos estes fatos, ele não pode ver uma viatura policial, parece que se transforma, (e depois tem gente que diz que eles são irracionais) sai correndo e latindo pela rua a fora atrás das mesmas até um dos policias abrir a porta e ele entrar, adora principalmente quando o Lincon o busca para dar uma volta. Ele se acha!



Em suma, podemos dizer que com a Raça Pequinês aprendemos o quanto é bom e gostoso ter um companheiro para todas as horas, aprendemos a defender, resgatar animais abandonados, aprendemos o amor incondicional, passamos a admirar o andar “rebolante” os olhinhos “saltados” e principalmente seu interminável “ronco”!
O Max para nós é como se fosse um filho, é por ele que acordamos cedo no final de semana para caminhar na praia, é por ele que às vezes paramos na padaria para comprar apenas um pão (acreditem, é viciado em pão), é por ele que vamos à cãominhada e é por ele e com ele que vamos ao Pequinês Social Club, onde conhecemos pessoas maravilhosas, defensores dos animais e amantes de Pequineses!



Tatuagem em homenagem a ele.

Lincon, Elaine e MAX


segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Nós do Pequinês Social Club- Grazi


Eu por estar à frente do blog acabo conhecendo muita gente. Resolvi democratizar este conhecimento convidando aos poucos os amigos do Pequinês Social Club para contar suas histórias. A primeira é a Graziele de Criciúma Santa Catarina.
È com vc Grazi:

Durante 11 anos, minha experiência canina era com poodles. Cães extremamentes obedientes, companheiros, serelepes e higiênicos. Obedecem as regras sanitárias e quase não apresentam odores.

Raramente perco as feiras de pequenos animais. Adoro! Pois sempre conheço uma nova raça e aprendo coisas novas com os criadores. Sempre participo como se fosse levar um para casa. Bom, dessa forma adquiri minha primeira poodle, Tamy, hoje com 15 anos.

Um casal de senhores, conhecidos da família, criam várias raças para cruzar e vender, e claro, de vez em quando, eu passava por lá para dar uma olhadinha, hehehe. Então, após três anos e meio, comprei a segunda poodle, a Pituxa, para fazer compania para Tamy, que andava um pouco triste sem uma companhia da mesma espécie.

Depois disso, ficamos 11 anos com essa dupla dinâmica, até aparecer a senhorinha na nossa frente, no supermercado, dizendo que tinha uma ninhada de pequinês.

Eu lembrei que, em um prédio que morei, uma vizinha tinha um, mas era muito mal humorado. Mas, de qualquer forma, me atraiu a idéia de ir lá bisbilhotar.

Meu Deus! Quando meu olho bateu naqueles pequerruchos, meu coração estremeceu! Eu quero um!

Confesso que foi amor a primeira vista. Nem procurei saber nada sobre a raça. Apenas conheci o pai e a mãe. Eu queria de qualquer jeito.

E foi assim. A senhorinha disse, que não fazia reserva e queria logo se livrar dos filhotes. Eu super ansiosa,  cometi a doideira de levá-la para casa com 29 dias. O veterinário queria me esganar. Jamais façam isso! Ela não havia mamado o suficiente! A princesinha não sabia nem comer. Eu esmagava a ração com água, fazia uma papinha e dava de colherinha, bem na pontinha da boquinha dela. Bom, o importante é que vingou a criaturinha. Ficou barrigudinha e cheia de energia, graças a Deus!

Comprei uma ração da Proplan especial para filhotes, pois tem colostro, rico em anticorpos naturais. Dizem que supre as carências do leite materno.

Bom, batizei a princesa de Tasha, é o nome de um dos personagens dos backyardigans, que acho muito fofo!




Logo no início, percebi que minha pequena Tasha não respondia à ruídos. Fiquei muito triste, pois imaginava que a vida dela seria sem graça, sem estímulos auditivos, e que consequentemente teria a longevidade diminuída. Foi quando conheci a Clinivet. Pesquisei na internet, telefonei, fui atendida pelo veterinário Bruno, que hoje não trabalha mais lá, e que me deu toda explicação que eu precisava, por telefone mesmo. Resumindo, ele me fez entender, que para o cão, a audição não é importante. É claro, que devo estar atenta aos carros, mas minha poodle Tamy, escuta muito bem e como é serelepe, ignora os carros, de qualquer forma, passeia com guia.

De fato, a Tasha entende tudo que as poodles entendem. Entende minhas expressões de reprovação, de alerta e de carinho. Tasha desenvolveu muito os outros sentidos, da visão e do olfato, por isso, acompanha todas as tarefas.
Depois, lendo sobre a raça, descobri que minha branquelinha não é padrão da raça, é albina. Linda albina. Porém, exige mais cuidados em relação ao sol, a poeira. Já manifestou problemas alérgicos de pele desgastantes.



Como um legítimo pequinês, descobriu que comer coco é bom, é divertido, e consegue chamar a atenção dessa mãe boba. Faz parte. Tentei usar probiótico, que até amenizou, mas o que faz diferença mesmo, é eu impedir que a mocinha consiga entrar embaixo do armário do tanque de lavar roupas, pois é ali que ela se delicia. Dá certo, raramente ela come no próprio jornal, onde fazem as tarefas.

Descobri na prática que o pequinês é uma raça MARAVILHOSA de se conviver. Parceira. Está sempre seguindo meus passos. Me guia e me segue. Aprendo muito com ela também. Adora uma aguinha, de qualquer lugar, inclusive, é só deixar a torneira aberta, pois sentem muito calor. Adora uma folia, dorme juntinho, faz ronc ronc e late com cara de mal, como o cachorro daquela vizinha, agora eu entendo, por ciúmes quando alguém se aproxima da mãe dela. Mas que não morde ninguém! Bom, às vezes, morde meu nariz, quando eu a aperto muito, hehehehe.



Convive muito bem com suas “irmãs” poodles! Às vezes, pensa que é a dona da casa, e quer mandar nas mais velhas, mas basta o olhar materno para ela entender que os espaço é para todas. Adora provocar as irmãs para brincar e até os cães que encontra na rua. Adoro esse espírito brincalhão, topa todas as bagunças.
Esse ano conheci a turma do Pequinês Social Club, que me fez mergulhar ainda mais nesse mundo dos pequineses. Conheci gente que curte os pekes como eu. Sou muito grata por te-los encontrado, pois me fazem mais feliz. Tenho certeza que nossos laços serão para sempre.

Maurício, tu sabes, que não há palavras suficientes para descrever a convivência com essa raça. Não consigo expressar tudo que sinto com essa relação, que dura três anos. É surpreendente, inteligente, divertida, espontânea, carinhosa, encantadora. Amo e recomendo. É uma excelente raça para companhia.

Obrigada Maurício!

Carinhosamente
Grazi






Fotos do final de semana


Este final de semana fiz dois passeios em lugares diferentes.
Sábado à noite fui a Praça Espanha. Lugar badalado da cidade com muitos bares e restaurantes ao redor.










Domingo aproveitei o sol da manhã e fui ao Parque Tingui. Confesso que não sabia da dimensão do parque. È grande e bonito.
Estou pensando em variar os lugares dos encontros, no momento oportuno farei uma enquete com o grupo.