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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Férias no Campo de Dodi e Ramon - Parte III- A separação

Amanhã, dia 27 de dezembro,volto para Curitiba sem os pekes. Agora as férias serão divididas. Eu para as praias e eles no campo.
Viajo tranquilo. Ambos estão em casa. Talvez, pelo que noto, terão dificuldade em voltar à vida de Pequinês Curitibano.

Agora estão numa fase Pequinês Iratiense. Parecem cães de guarda. Adoram ficar de papo no portão.




Ramon, vendido, quando fui visitá-los, seguia a Adriana e me deixava sozinho com o Dodi.



O único cachorro que se deu bem com os dois foi o linguiça chamado Kinay.
Esta sempre correndo com o Ramon.


Na parte de trás da casa ficaram os outros. Estes são mais ariscos, se dão bem entre eles.

Esta poodle,pelas contas da Madrasta, tem 21 anos. Esta cega e com poucos dentes. Mas é muito carinhosa.

Que de tudo certo.
Esta foi à imagem que me deixará saudades.


Que as férias sejam boas para todos.


domingo, 25 de dezembro de 2011

Férias no Campo de Dodi e Ramon - Parte II- Cães exóticos

Não existe pequinês em Irati. A casa da minha madrasta virou ponto turístico do bairro. Ao contrário do que acontece nas cidades grandes , as pessoas  se relacionam intensamente. A Madrasta tem vizinhos que tem vizinhos que tem vizinhos. ..Que sempre estão conversando pelo muro com muitas palavras e pouco assunto. Os cachorros exóticos do Mauricio de Curitiba viraram um bom tema para o bate papo.
Outro detalhe é que a uma casa próxima da madrasta, que se chama Adriana, é uma das mais enfeitadas da cidade. Portanto todos querem ver as luzes chinesas e  os cães exóticos do dono exótico de Curitiba.
Dodi e Ramon estavam se sentindo leões anões em um zoológico.

Os pekes estão acostumados com a vida pacata de apartamento, sem muita agitação e sem muito colo. Infelizmente, quando uma parte da família foi visitar, Ramon  não aguentou tanto paparico e vomitou.
Uma hora depois meu irmão que também é cachorreiro, dono de um boxer chamado Thor, me alerto sobre o incidente e também comentou que o haveria almoço de Natal no dia seguinte. De imediato, ai meu erro, liguei para a Adriana e já perguntei:
- Você deu leite para os meus cachorros, pegou demais ele no colo?
De forma lacônica a madrasta responde:
- Não. Dei apenas ração como você tinha falado. Mas calou-se a respeito do " demais no colo".
Sempre que você tem um problema espere para ligar. Talvez se eu tivesse dado um tempo teria perguntado de forma diferente. Senti  que ela ficou chateada.
Hoje acordei cedo e fui buscá-los para passar o dia comigo. Logo na chegada percebi  a expressão da Adriana. Piorou depois que eu falei que iria pegar os cachorros.
Expliquei que seria melhor pois ela iria receber mais de 20 pessoas e assim não teria que se preocupar com os dois.
Engoliu seco, deu um sorriso amarelo e falou que estava tudo bem.
Aposto que eu serei o assunto das 20 pessoas convidadas. Tudo parentada que eu não suporto que Graças a Deus não leem o blog.
Uma coisa que eu gostei é que quando cheguei o dois estavam todos animados e brincando com o linguicinha  chamado Donei.

Aqui em casa resolvi deixá-los na parte de baixo. Um espaço bem amplo. Mas o Akira não aceitou. Surtou! Ela pulava jogando o corpo contra a porta. Portanto, impossível  deixá-los ali.
Se tem movimento, tem Tia Lenita ( matriarca da família). Lá veio ela saber o que acontecia. Acabou me convencendo a deixá-los na área de serviço da casa dela.

Lá foi o Mauricio com seus cães exóticos.

Dai o de sempre, Dodi tudo bem e Ramon com o rabo abaixado com cara de não quero.

Sentei e ele deitou no meu colo e dormiu. Fiquei um bom tempo e voltei para casa.

Acho que os parentes tem razão. Sou meio doido mesmo. Os pequineses não devem estar nem
ai. Eu que estou transferindo minhas emoções para os cães.

sábado, 24 de dezembro de 2011

Férias no Campo de Dodi e Ramon - Parte I

As férias chegaram e as aventuras dos pekes começaram.

Primeiro desafio: A MALA.

O coisa difícil de arrumar. Eu sou muito desligado, já começo arrumar a minha com cerca de duas semanas de antecedência quando as viagens são maiores. Pois sempre esqueço algo essencial.

Nesta viagem curta para Iratí,  resolvi fazê-la minutos antes de eu sair. Resultado. Esqueci um monte de coisa. Inclusive um dos presentes do meu irmão.
Mas estou escrevendo para falar dos meus pekes, ou melhor, a mala dos meus pekes.

Levei apenas o essencial:
Camas;
Ração;
Potes de água e ração;
Escova;
Talco; e
Creme para desembaraçar os pelos.
Já ia esquecendo, tem o patê, tem também os ossinhos que ganhei da Viviane no amigo secreto e tem também....Chega! Não tem mais nada.

O que a minha madrasta iria acharia de eu chegando com tanta coisa para os cachorros.

- Lá vem o doido de Curitiba com seus pequineses.
 Até que é verdade, mas é bom disfarçar um pouco. Resolvi levar apenas estes itens.

A VIAGEM:

Ramon e Dodi estão bem acostumados com andar de carro. Abro a porta e eles já voam para dentro. Estava com medo de a viagem ser um pouco longa e eles passaram mal.
Ledo engano. Foram super traquilos a viagem toda. Ramon apenas se manifestava quando chegavam ao pedágio, latia para o cobrador. Talvez achando caro!

Demos algumas paradas para descançar.


IRATI


Chegando em Irati fui direto para a casa da minha madrasta para deixar os dois.


Infelizmente não pude ficar com eles na casa da minha mãe por causa da Akira.

A Akira é uma akita linda. Mas violenta.
Quem olha o seu rostinho doce não tem noção do que ela é capaz de fazer com uma pessoa estranha.
Minha familia mora em uma região central de Irati em um condominio com um terreno muito grande onde ficam as casa sem muros.
Akira foi criada solta. Ela se dá muito bem com todos da familia. Mas estranhos é um perigo.


Certa vez minha Tia Avó estava arrumando o salão de festa de sua casa para o natal, quando um bêbado, observando que ela estava sozinha, entrou, sem avisar, na casa.
Akira, que estava na casa de minha mãe, sentiu que algo havia acontecido e saiu em disparada. O bêbado quando viu ficou aquela enorme ‘cã’ em sua direção ficou sobreo na hora. Tentou pular o muro mas ela foi mais rápida e o agrarrou pela perna.
Sinceramente, se minha tia não tivesse mandado ela parar, teria matado o intruso.
O miliante foi levado ao hopistal e graças a Deus ficou bem.
Ela também é acontumada com a lida da chácara. Ajuda com as ovelhas. E frequenta muito os rodeios com os meus primos.
Outra coisa da Akira é que ela não cruza. Deixamos, como de praxe no interiror, que ela tivesse o primeiro cio para depois darmos a vacina ou a castrassemos. Os muros são altos, nenhum cachorro entrava, e os que conseguiam entrar para ver a linda dozela   eram recebidos com um surra que não voltavam mais. Chegou ao cúmulo de ela quase matar um cachorro que insistia em desposá-la.
            Enfim este e o resumo da Akira, amiga com os da familia, só com os da familia.

Sabedo disto seria impossivel deixar os meus dois mimados Pequineses Curitibanos  no mesmo espaço que a Akira. Pois os dois cachorros de pet tiveram como maior aventura enfrentar um alagamento de água limpa em casa.
Portanto, nada melhor que a casa da madrasta.
A Madrasta.

A CHEGADA À CASA DE CAMPO.

Estranho foi a diferença de reação dos dois na chegada.
Dodi correu alegre  e foi recenhecendo o território. Já o Ramon, assim que o coloquei no chão,  foi de ré para o carro. Estava nítido que ele não queria ficar. Seu rabo abaixado indicava seu descontentamento.

Após o primeiro momento expliquei com calma como eram os cuidados com eles. Percebi na expressão da  madrasta :
- Será que eu darei  conta destes cachorros cheio das nove horas.
Deixei claro que o cuidado com eles é muito simples. A única coisa diferente dos outros seria apenas a ração e também a escovação diária, os cuidados com o calor, com o sol do meio dia, não falar alto perto deles, nem deixar que crianças se aproximem.

Só isso, praticamente um cachorro de rua.
Muito simples!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Feliz Natal e um Próspero Ano Novo.


Este ano foi muito intenso para mim.

Perdi duas pessoas da minha família em um curto espaço de tempo.

Trabalhei demais todos os dias das 7h às 22h.

Tive pouca vida social, porém alegre com meus amigos do Pequinês Social Club.

Passada a turbulência vejo que vocês  foram como um  oásis para me distrair de mim mesmo nos momentos difíceis.

Graças a Deus deu certo e passei praticamente ileso, talvez com algumas cicatrizes, por 2011.

Resolvi ter uma vida diferente em 2012.

Larguei de um emprego.

Vou voltar para academia e espero também para os meus 80 quilos.

Passei no vestibular e farei mais uma faculdade.

Quero curtir mais meus amigos e principalmente a minha família.

Portanto, não vejo a hora de entrar em 2012. Que venha logo!!!

A vocês muito obrigado pela companhia virtual e real.

Feliz Natal e um Próspero Ano Novo.

Este vídeo abaixo, que eu mesmo fiz, passa um pouco do sentimento que eu desejo à vocês.

Já ia esquecendo.
Ironicamente desejo aos nossos Pekes poucos foguetes.



 







terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Fotos de Pequineses


O último final de semana já foi em ritmo de férias.  
 Curti o Parcão pela manhã de domingo.












Onde deixar os pekes nas viagens?




Estou prestes a ter uma nova aventura. Levar meus dois pekes para passar as férias sozinhos em Iratí onde passarei o Natal. Ficarei uns dias junto com eles para facilitar a adaptação e depois vou fazer um cruzeiro.

O hotel que eu os deixava passou de R$15,00 por animal para R$30,00. Agora imagine eu que tenho dois e ficarei fora durante 20 dias. Total R$600,00.

Então resolvi levá-los para casa da minha madrasta que é cachorreira.

Eles ficarão em uma casa com o terreno enorme junto com mais 5 cães de raças diferentes mas do mesmo tamanho.

Serão as típicas férias no interior.

Espero que de tudo certo.

E você quando viaja deixa onde seu peke?

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Pedigree para quê?


Uma espécie de certidão de nascimento com reconhecimento internacional capaz de atestar a pureza da raça de um cão ou de um gato. Essa é a função do controverso pedigree. “Para que um filhote tenha pedigree é preciso que os pais tenham o documento também, pois ele mostra a origem do cão. Quando um criador não apresenta o registro, possivelmente, já acasalou os exemplares com outras raças e não tem como provar a origem da ninhada”, explica o diretor do Kennel Clube da Grande Curitiba (KCGC) e presidente do conselho fiscal da Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC), João Ihor Huczok.

          No documento estão registradas as informações sobre os pais e também sobre os avós dos bichinhos, além de uma breve descrição de suas características. O pedigree, segundo Huczok, garante que o animal terá as características específicas de sua raça quando crescer.
        Em Curitiba, o procedimento para obtenção do documento para os cachorros é feito pelo KCGC, filiado à CBKC, responsável pela definição de regras sobre a criação e registro de cães de raça. O kennel de Curitiba funciona como um “cartório”: faz mais de sete mil registros de pedigrees por ano – o terceiro maior número de emissões do Brasil.
O procedimento para a obtenção do documento demora cerca de 40 dias para ser concluído, pois o protocolo aberto em Curitiba segue para a sede da CBKC, no Rio de Janeiro, para que o animal seja registrado. “É o criador que dá o primeiro passo para a obtenção do pedigree e fornece o documento ao novo dono no momento da venda do animal”, diz Huczok. Para ter direito a fazer o registro é preciso ter um canil registrado ao kennel clube local.
No caso dos felinos, o registro é feito pelo Clube do Gato do Paraná, na capital. Para que uma ninhada tenha direito ao pedigree é preciso também que o dono seja associado ao clube ou tenha um gatil filiado a ele, além de comprovar que os pais dos filhotes também possuem o documento.
“A procura pelo registro é maior por parte de criadores. Profissionais sérios costumam registrar toda a ninhada, pois o pedigree mostra que o animal tem uma procedência verdadeira”, diz a presidente do clube, Vera Gabardo. O documento oficial é registrado pela Federação Internacional Felina, em São Paulo.

Custo

      Os futuros donos de um filhote com pedigree precisam estar atentos ao preço cobrado por animal: o documento não justifica a venda com valores abusivos, pois todo o procedimento para aquisição do registro não custa mais do que R$ 50 por cachorro e R$ 20 por gato. 

“O vendedor que tenta passar a ideia de que o processo é oneroso age com má-fé. Ter o documento é um direito do comprador”, revela o cinófilo (pessoa que se dedica ao estudo e à reprodução das raças caninas) e consultor cinotécnico, responsável pelo canil e hotel Graciosa Dog Resort, localizado em Colombo, Luiz Augusto Santos Rodrigues.

Fonte:  Gazeta do Povo Publicado em 03/12/2011 | Dâmaris Thomazini