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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Pedigree para quê?


Uma espécie de certidão de nascimento com reconhecimento internacional capaz de atestar a pureza da raça de um cão ou de um gato. Essa é a função do controverso pedigree. “Para que um filhote tenha pedigree é preciso que os pais tenham o documento também, pois ele mostra a origem do cão. Quando um criador não apresenta o registro, possivelmente, já acasalou os exemplares com outras raças e não tem como provar a origem da ninhada”, explica o diretor do Kennel Clube da Grande Curitiba (KCGC) e presidente do conselho fiscal da Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC), João Ihor Huczok.

          No documento estão registradas as informações sobre os pais e também sobre os avós dos bichinhos, além de uma breve descrição de suas características. O pedigree, segundo Huczok, garante que o animal terá as características específicas de sua raça quando crescer.
        Em Curitiba, o procedimento para obtenção do documento para os cachorros é feito pelo KCGC, filiado à CBKC, responsável pela definição de regras sobre a criação e registro de cães de raça. O kennel de Curitiba funciona como um “cartório”: faz mais de sete mil registros de pedigrees por ano – o terceiro maior número de emissões do Brasil.
O procedimento para a obtenção do documento demora cerca de 40 dias para ser concluído, pois o protocolo aberto em Curitiba segue para a sede da CBKC, no Rio de Janeiro, para que o animal seja registrado. “É o criador que dá o primeiro passo para a obtenção do pedigree e fornece o documento ao novo dono no momento da venda do animal”, diz Huczok. Para ter direito a fazer o registro é preciso ter um canil registrado ao kennel clube local.
No caso dos felinos, o registro é feito pelo Clube do Gato do Paraná, na capital. Para que uma ninhada tenha direito ao pedigree é preciso também que o dono seja associado ao clube ou tenha um gatil filiado a ele, além de comprovar que os pais dos filhotes também possuem o documento.
“A procura pelo registro é maior por parte de criadores. Profissionais sérios costumam registrar toda a ninhada, pois o pedigree mostra que o animal tem uma procedência verdadeira”, diz a presidente do clube, Vera Gabardo. O documento oficial é registrado pela Federação Internacional Felina, em São Paulo.

Custo

      Os futuros donos de um filhote com pedigree precisam estar atentos ao preço cobrado por animal: o documento não justifica a venda com valores abusivos, pois todo o procedimento para aquisição do registro não custa mais do que R$ 50 por cachorro e R$ 20 por gato. 

“O vendedor que tenta passar a ideia de que o processo é oneroso age com má-fé. Ter o documento é um direito do comprador”, revela o cinófilo (pessoa que se dedica ao estudo e à reprodução das raças caninas) e consultor cinotécnico, responsável pelo canil e hotel Graciosa Dog Resort, localizado em Colombo, Luiz Augusto Santos Rodrigues.

Fonte:  Gazeta do Povo Publicado em 03/12/2011 | Dâmaris Thomazini



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