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quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Familia Anglo-Saxônica Latina.


Interessante observar como animais da mesma raça possuem personalidades tão distintas. Talvez seja um pouco precipitado este comentário devido a pouca idade do Ramon.

O Dodi, além de comer como um lorde mostra-se mais discreto nas emoções, não fica muito no colo. Não me obedece quando chamo, a não ser que seja algo do seu interesse. Ele é cão Anglo-saxão.

Já o Ramon, quando come parece um italiano calabrês. Adora um chamego, pois para ele um colo é a melhor cama do mundo, chega a ser chato pela insistência.   Assim que eu sento no sofá lá vem ele, com seus latidos “sindica me multe”. È uma verdadeira chantagem acústica.
Quando eu o chamo vem em disparada. Seu pequeno rabo parece um para brisa que quase chega a desestabilizá-lo na sua corrida.
Ele é um cão latino.

Pareço aqueles astros famosos que adotam um filho de cada cultura.

E viva as diferenças.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Brega e chique


Esta semana estou desfrutando da companhia de minha mãe em casa: A Dona Ana!
È claro que já chegou se posicionando: “Que bom que eles não entram no quarto!!!” Dando seu recado.
O mais estranho que o Ramon com a presença dela  aumentou o xixi.
Aposto que ele pensa: Já que não entro no quarto ...
Assim que a porta é fechada do quarto eles ficam no pequeno vão abaixo só de olho no que acontece.



Eu tenho dormido na sala. Notei que a noite é super movimentada para eles. Com direito a ceias noturnas, roncos, latidos e por vezes corridas inesperadas até o jornal.

Não vejo a hora que o Ramon tome a terceira dose da vacina. Ele precisa sair para gastar um pouco desta energia represada. È incrível o quanto ele esta ativo. Não da sossego a ninguém, basta a pessoa estar parada que ele vem latindo pedindo atenção.

Interessante observar a diferença entre os dois na hora de comer. O Dodi quando é servida a refeição escolhe qual o talher que usará.  Criou um ritual britânico, primeiro come com os olhos, depois com o olfato, separa o que mais o agrada, e só após este ritual come, ou melhor, degusta a comida.

Já o Ramon parece um favelado. Come como se fosse a ultima refeição da vida dele. Imagino que seja tão rápido para poder comer o do Dodi depois. Que fique claro que ele tomou e toma remédios para vermes.

Cada filho com sua personalidade!


quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Educando seu filhote



Sugiro que você pratique estes exercícios de 5 a 10 minutos por dia, todos os dias. Conforme você os praticar vai notar que seu filhote responde a certos comandos de maneira mais rápida do que a outros. Não se preocupe. É assim mesmo. E no fim das contas, pense/lembre no que você está conquistando: você está ensinando uma espécie diferente a aprender sua linguagem. Meu conselho é para que você seja paciente e consistente durante todas os estágios do desenvolvimento físico e psicológico do seu filhote porque ele aprenderá melhor com um(a) professor(a) compreensivo(a).


Lições da infância: de 8 a 12 semanas de vida


Não espere muito dos filhotes nesta idade. Embora ele seja capaz de aprender, seu cérebro não vai parar de se desenvolver até que ele tenha 12 semanas de vida. Seu filhote aprende melhor quando você mescla treinamento com brincadeiras. Fique perto dele, use seu nome ao oferecer coisas agradáveis (como brinquedos e petiscos), e o apresente à coleira e à guia de passeio, ou seja, faça coisas básicas. Comece o treino do uso do banheiro nesta idade, mas não espere muito em apenas 4 semanas.
Esqueça a disciplina nesta idade porque seu filhote é simplesmente jovem demais para entendê-la e você irá apenas assustá-lo e amedrontá-lo, deteriorando o relacionamento de vocês – o que não é nada bom!

Use o nome do seu filhote

Escolha um nome curto (preferencialmente dissílabo) ou um apelido para associar com sua atenção e animação. Use o nome todas as vezes que você oferecer algo positivo ao filhote, como comida ou carinho. Quando você chamar seu filhote pelo nome, use um tom positivo e forte que transmita a ele coleguismo, mas também direcionamento. Evite aquela fala mole que geralmente usamos com bebês, do tipo "Ti bunitinhu mimimimi" porque tudo que ele entenderá como sendo ganidos e lamúrias humanas, o que não serve para colocá-lo em atenção/alerta. Ao ouvir seu nome um cão deve prestar atenção em você e esperar por direcionamentos.

Comece o treino de coleira/guia

Coloque uma coleira confortável em seu filhote assim que ele chegar pra você. Ele pode tentar tirá-la, mas vai se acostumar logo. Em seguida, prenda nela uma guia leve (ou uma cordinha de nylon, por exemplo) e deixe que ele a arraste pela casa. Depois de um dia, segure na outra extremidade da guia/cordinha e deixe que ELE guie você pela casa. Conforme ele se acostumar em ter você o seguindo, comece a chamar seu nome e encorajá-lo para que passe a seguir VOCÊ.
Faça qualquer tipo de graça para conseguir seu interesse! Quando ele começar a seguir você, elogio-e bastante. Diga "Vem" e abaixe-se para lhe fazer carinho várias vezes. Se ele resistir em te seguir, não vá até ele; você apenas estaria reforçando a resistência. Ao contrário, dê um leve puxão na guia/cordinha e abaixe-se até o chão enquanto o elogia.
Filhotes crescem rápido, então fique de olho no tamanho e no ajuste da coleira para que estejam confortáveis.

Trabalhe os comandos "Senta" e "Okay"

Diga "Senta" enquanto posiciona seu filhote. Para posicioná-lo, ponha sua mão direita embaixo do queixo dele e use sua mão esquerda para fazer uma leve pressão sobre os músculos da cintura, abaixo das costelas.
Use a palavra "Okay" em um tom positivo e agradável para dar permissão a seu filhote para fazer algo. Diga "Okay" ao dar a ele coisas positivas como: uma refeição, um carinho, um brinquedo etc.
Escadas!

Escadas podem ser um obstáculo formidável para filhotes. Algumas cães de porte pequeno são simplesmente pequenos demais para lidar com escadas, então devem ser carregados para cima e para baixo e isto pode acontecer porque com o tempo ele estará subindo e descendo sozinho como os cães maiores. Alguns cães de portes muito grandes podem ser grandes demais para usar escadas, mas eles terão medo apenas enquanto sua percepção de profundidade não estiver completamente desenvolvida.

Trabalhando o manuseio e a socialização

Quando você manuseia um filhote, ensina a ele que o contato humano é bom. Então, sem contato frequente e gentil, um filhote vai se transformar em um cão que é cauteloso (arisco mesmo!) com pessoas. Além disso, filhotes que não são propriamente socializados geralmente desenvolvem medo de situações novas e de pessoas (lembrem de todos os cães considerados agressivos por seus tutores... falta de socialização pura!). Ao manusear e socializar seu filhote você o ajudará a crescer de maneira equilibrada e a se transformar em um cão gentil que fica confortável junto a outras pessoas, animais e novas situações.
  • Manuseio
Quando você estiver calmamente dando carinho a seu filhote, brinque de veterinário vez por outra (uma vez por dia, todos os dias, por exemplo). Examine suas orelhas, bocas, olhos. Aperte gentilmente sua barriga e manuseie sua cauda. Examine suas patas, corte suas unhas. Para que ele não fique assustado enquanto você o manipula/manuseia, o elogie ou dê um petisco durante o processo. Ao acostumar seu cão a ser manuseado você ajuda não só a você próprio, mas a veterinários e profissionais de banho e tosa que venham a lidar com ele. Lembre que um cão comportado sempre estará menos sujeito a violência de terceiros (infelizmente sabemos que nem todo veterinário ou profissional de banho e tosa é um primor de equilíbrio emocional e os casos de morte em petshops crescem assustadoramente).
  • Socialização
Filhotes nesta idade são muito novos para sair de casa, mas entre 8 e 12 semanas é justamente a melhor fase para socializar um filhote com novas pessoas/situações/animais. Então, para socializar o seu, convide vizinhos, amigos e parentes para visitar vocês, peça que tragam crianças e outros animais saudáveis (eu disse saudáveis!).
Quando você estiver socializando seu filhote, mantenha-o sempre na guia (uma corda longa de nylon é uma boa opção, assim você o controla de longe). Quando as pessoas se aproximarem para fazer carinho nele, encoraje-o a sentar ao colocá-lo em posição de "Senta". Matenha-o ao seu lado ou um pouco atrás para que ele fique seguro com sua proximidade. Peça às pessoas que ofereçam petiscos para que ele fique confortável com elas. O ideal é oferecer carinho apenas quando o cão, seja filhote ou não, estiver calmo e sem pular/morder.
Condicionamento com comida e brinquedos

Alguns filhotes tendem a "guardar/proteger" sua comida e brinquedos de outros animais e isto pode acabar acontecendo com você e outros membros da família (crianças, cuidado!). Para evitar que este tipo de comportamento aconteça, ofereça um petisco e um carinho a seu filhote enquanto ele estiver comendo e diga "Muito bem". Quando ele antecipar sua oferta, remova sua tigela enquanto ele come o petisco, depois devolva a tigela de comida a ele e saia de perto. Se você tiver crianças, traga-as junto e recomece o processo do início.
Este tipo de condicionamento é muito importante já que você deve ser apto(a) a tirar o que for da boca de seu cão (e se for algo prejudicial a ele??).

Corrija comportamentos indesejáveis

Se o seu filhote gosta de brincar "pesado" ou de pular muito ao brincar, use uma guia (ou corda fina de nylon) em sua coleira. Se ele começar a se comportar de maneira brusca e/ou indevida, dê um puxão na guia curta e tire-o de perto da pessoa em quem ele está pulando/mordendo/etc.
Se você usar suas mãos, o comportamento pode só aumentar porque mãos são consideradas "interativas" pelos cães e na mente do seu filhote interação é a melhor recompensa do mundo.
Quando seu filhote está usando uma guia você pode corrigir qualquer comportamento indesejado sem contato físico. Por exemplo: se ele puser a pata no seu colo e você o empurrar com as mãos, estará na verdade pedindo que ele repita o comportamento, porque na cabeça dele, empurrar é interagir. Mas se, ao invés de empurrá-lo você puxá-lo pela guia e o ignorar até que se acalme, ele aprende que apenas filhotes calmos ganham carinho e atenção!
 Fonte: http://www.maedecachorro.com.br/2010/09/serie-filhotes-no-mae-de-cachorro-5.html

Fases de crescimento de um filhote

Fases de crescimento de um filhote
A infância de um cão é um período de muitas mudanças, tanto psicológicas quanto físicas. Durante seus primeiros meses de vida os filhotes passam por diferentes estágios. Estes períodos são assustadores para qualquer filhote, mas dão a você a oportunidade perfeita para reforçar a conexão com ele ao administrar sua ansiedade com interesse e confiança. Você se torna o porto seguro do bebê canino ao aumentar a confiança dele em seu julgamento. Pense neste primeiro ano de vida como a oportunidade de ouro para influenciar e civilizar seu filhote!
  • De 8 a 12 semanas de vida: infância (NUNCA pegue um filhote com menos de 2 meses)
A infância é uma época mágica para seu filhote. Deliciosamente centrado em si mesmo e curioso, ele está experimentando o mundo – e todas as pessoas nele – pela primeira vez. Esta fase não é o momento para impor a ele seus desejos de maneira muito séria. Deixe-o explorar o mundo enquanto encoraja comportamentos positivos e organiza uma rotina de acordo com as necessidades do filhote. Gritar/dizer "Não" repetidamente é um desincentivo: como um bebê humano, seu filhote não tem a capacidade de saber o que é certo ou errado ainda. [Prefira fazer um barulho com a boca para repreendê-lo, algo como "háhá", e premiá-lo quando ele estiver fazendo algo correto, como dizer "Muito bem" e fazer um carinho enquanto ele descansa quieto, mesmo que seja apenas por estar morrendo de sono. Você lembra do que deveria servir o comando "não"?  Tenha em mente que eles só entendem realmente o que é o comando "não" após o 4º mês de vida.]
  • De 12 a 16 semanas de vida: os terríveis dois anos
Antes que os "terríveis dois anos" comecem você está convencido(a) de que adotou um anjo. Durante a infância seu filhote segue você por todo lado, dorme por horas e vem quando você o chama. Então algo acontece e da noite para o dia você estará lidando com um filhote que rouba chinelos, mordisca/rói tudo que vê pela frente [inclusive suas mãos e pés] e corre de você como se estivesse apostando corrida. Se serve de consolo, tudo isso faz parte de um desenvolvimento normal. Seu filhote está crescendo e saber lidar com o comportamento dele e como controlar sua própria frustração é essencial.
  • De 16 a 24 semanas de vida: o pré-adolescente
Ok, agora você já está tendo um vislumbre da personalidade do seu filhote. Ele é carente ou te confronta? É obstinado, dependente, focado? Agora você entende: seu filhote está crescendo mais rápido do que você consegue acompanhar. Essa é a hora de começar uma rotina divertida e positiva de adestramento e aumentar os jogos que encorajam interação. Tenha em mente que cooperação nesta idade não faz parte do repertório emocional de um filhote canino. Adolescentes naturalmente testam os limites de seus guardiões, não importa de que espécie sejam. Curiosidade e vontade de explorar tudo também chegam no ponto máximo neste estágio. Levando em conta os níveis hormonais e de energia desta fase, seria um milagre ele se comportar! Embora você sonhe com um filhote que venha até você sempre que chamado, não o pressione nesta fase. Obediência total simplesmente não é uma meta realista para alguém tão jovem. Suas ordens e pedidos frustrados não vão lhe garantir pontos com seu filhote. O melhor caminho a tomar nesta idade é a prevenção (não sair com ele solto, por exemplo) e aulas cheias de brincadeiras que possam aumentar seu interesse nos seus comandos.
  • De 6 a 9 meses de vida: puberdade [e para quem esqueceu o que a palavra significa literalmente: "Idade em que as pessoas adquirem aptidão para procriar"]
Experimentar a puberdade de um filhote talvez te dê vontade de ligar no meio da madrugada para agradecer seus pais e se desculpar pelo comportamento durante a sua puberdade! Rebeldia aleatória, correr fugindo de você, ignorar comandos: não leve nada disso para o lado pessoal! Seu filhote precisa desafiar você para amadurecer. Através deste comportamento próprio da idade ele está testando sua autoridade para ter certeza de que pode confiar em seus julgamento. É simplesmente algo natural. Administrar você mesmo é o mais importante nesta fase. Raiva e frustração só determinarão seu fracasso: seu filhote vê sua falta de controle como uma fraqueza, e então ele próprio terá que assumir o controle ou então se tornará inseguro e neurótico. Mantenha seu filhote seguro de seus próprios impulsos [mantendo-o sempre na coleira/guia ao sair e reforçando a segurança anti-fugas, por exemplo].
  • Dos 9 aos 12 meses de vida: o adolescente
Durante esta fase você terá o filhote perfeito: devotado, compreensivo e atencioso. Bem... Ao menos na maior parte do tempo. Algumas vezes o seu "quase adulto" ainda testará sua independência, em outras ocasiões aquele terrível filhote de 3 meses reaparece e ele apronta os velhos truques. Mas, em geral, você pode perceber que há luz no fim do túnel. Se você é como a maioria das pessoas, vai experimentar o forte desejo de deixá-lo solto durante os passeios e uma imensa vontade de sair por aí com seu cão. Esta é a fase ideal para começar a praticar exercícios de "retirada de guia". Ficar solto é geralmente tão assustador para seu filhote quanto para você e saber lidar com essa experiência é a chave para garantir vínculo de confiança homem-cão que dura por toda a vida. Nenhum filhote, não importa o quão treinado ou bem-comportado, deve poder correr livremente em locais cheios de pessoas ou próximos a ruas. Há simplesmente muitos imprevistos que podem ocorrer nestas ocasiões para valer a pena correr o risco, alguns deles mortais. Ensinar um cão a andar sem a guia é fundamental para evitar aquelas fugas que terminam em tragédias e separações definitivas, o que não quer dizer que você o deixará solto em locais inapropriados, mas ele precisa aprender a retornar quando chamado e a não sair correndo alucinadamente em fuga.
Fonte:http://www.maedecachorro.com.br/2010/08/serie-filhotes-no-mae-de-cachorro.html

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Troca de pêlo


Estou curioso para saber a cor que o Ramon ficará. Pois até os 6 meses se mantém a pelagem parecida com algodão. Após este prazo começa  a ser revelada a sua futura pelagem.

Já o Dodi esta na época de queda de pêlo. Ocorre para os machos pequineses entre a primavera e o verão. Em regra dura cerca de 2 a 4 semanas. Uma rotina de escovação neste prazo e um banho ao final ajudam na remoção de pêlos mortos. Manter a pelagem do pequinês saudável e apresentável exige que ela seja escovada pelo menos uma vez ao dia embora alguns criadores admitam que isso possa ser feito apenas três vezes por semana

Neste período aspirado de pó todo dia. Coitado dos vizinhos.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Lenda

Lenda

 

Na China existe uma curiosa lenda sobre o Pequinês:

Conta que há muito tempo, em uma época em que ainda havia leões no Extremo Oriente, uma destas feras apaixonou-se loucamente por uma minúscula macaca.

O rei dos animais estava desesperado porque estava claro que aquele amor era contra a natureza.

Por isso, foi pedir conselho ao deus Hai Ho, o qual, do alto da sua infinita sabedoria, resolveu o assunto com as seguintes palavras, que dirigiu ao leão:

-" Se estiveres de acordo em sacrificar o teu tamanho e a tua força pelo amor que sentes por essa pequena macaca, dou-te o meu consentimento e abençôo a vossa união."

O leão aceitou de boa vontade e o fruto desta união foi o Pequinês,  que herdou a coragem, nobreza e o orgulho do pai e o tamanho, a graça e doçura da mãe.

 

Poema ao Pequinês



Poema ao Pequinês





Que seja pequeno o Cão Leão



Que carregue nos ombros o volumoso manto da dignidade



Que leve tremulante sobre o dorso o estandarte da pompa



Que sua face seja negra



Que sua frente seja hirsuta



Que sua fronte seja reta e baixa



Que seus olhos sejam grandes e brilhantes



Que porte suas orelhas como as velas de um junco de guerra
Que seu focinho seja como o do Deus Macaco dos hindus



Que seja torta sua frente para que não possa



ir longe ou fugir dos precintos imperiais



Que seu corpo tenha a forma de um



leão caçador espreitando sua presa



Que tenha tufos de pêlos nos pés para que seus



passos não sejam ouvidos...



...e que assim permaneça...



    gotejado dos lábios de Sua Majestade Imperial Tzu Hsi



Amor aos Bagos Latinos


Todo homem latino americano é machista. Também é coisa de macho latino não querer castrar o cachorro.
Descobri que sou mais latino americano que pensava.

Logo que o Dodi entrou em minha vida passou pela minha cabeça castrá-lo.
Meus amigos se dividiram nas opiniões. A maioria deles possui cadela que é um fator determinante para a castração devido ao cio do animal. Para quem não tem intenção de reproduzir é a melhor saída.

Eu até pensei em ter um filhote do Dodi, mas com a vinda do Ramon esta possibilidade se tornou impossível. A não ser que eu resolva virar dono de canil.

“Canil Dodinês!! Nem pensar mesmo. Impossível. Tira esta coisa da cabeça... (rsrs)”

Vamos aos fatos. Com o Ramon em casa a disputa de território está complicada. Vira e meche tem um xixi do Dodi pelos cantos.
Na hora da comida o mais velho transforma o momento em uma guerra de nervos, pois o menor não pode nem olhar para a comida do outro que lá  vem um latido, ou seria um rugido?
Caso o Dodi cruze será uma vez. Seria justo eu manter os seus hormônios a flor da pele pelo resto da vida dentro de um apartamento? Pois segundo a veterinária o seu desejo vai diminuir com a castração... Praticamente sumir.
E o Ramon logo será um adulto. Quem me garante que numa tarde que eu os deixe sozinhos aconteça uma briga que os deixe com sequelas graves?

Existem todas as historias que eles engordam que eles ficam muito quietos etc. Daí corri atrás das informações.

COMPORTAMENTO
ALTERAÇÕES OBSERVADAS COM A CASTRAÇÃO

        Agressão a outros machos:
           * Redução em 60 %   
           * Redução rápida em 25 %   
           * Redução gradual em 35 %  
           * Sem efeito em 10 %

 Dominância sobre o dono:
    * Redução ao redor de 50 %

       Marcação com urina:
    * Redução em 50 %  
    * Redução rápida em 20 %  
    * Redução gradual em 30%

      Predisposição para montar outros cães e pessoas:
         * Declínio para montar em fêmeas no cio
  
     Marcação com urina na casa
        * Redução em 50 % dos casos  
        * Redução rápida em 20 %  
        * Redução gradual em 30 %

    Tendência para fugir e andar solto (andarilho)
      * Redução em 90 % dos casos  
      * Redução rápida em 45 %  
      * Redução gradual em 45 %  
      * Sem efeito em 10 % dos casos

Ainda estou em dúvida, não sei o que fazer...
Tenho medo de castrar e transformá-lo num boizinho gordo...
Tenho medo de não castrar e deixá-lo um cão neurótico de apartamento...

Devo? Não devo?” 

Eis o dilema. Qualquer que seja seu ponto de vista, estudos mostram que castração pode ajudar os cães a viver mais, de forma mais saudável e com menos problemas.
Problemas de saúde relacionados com a reprodução são bastante comuns em cães. Quanto mais cedo o cão for esterilizado, mais fácil será limitar estes problemas. Sem a castração, seu cão obediente pode se transformar em uma bola de pêlos cheia de hormônios, sem pensamentos racionais. Alguns cães levam isso ao extremo, fugindo constantemente e se colocando em grande perigo.
Cães machos podem ser um grande problema quando não castrados. Podem causar problemas quando não estiverem na coleira, ou, pior ainda, quando atacarem outros cães estando na coleira. Quando castrados, irão estar menos inclinados a andar longas distâncias e ficarão menos agressivos no geral, especialmente com crianças, que podem ser vistas como um ser de posição social mais baixa na matilha.
Muitos donos ficam preocupados achando que a esterilização irá alterar a personalidade de seu cão, deixá-lo gordo e preguiçoso. Mas a verdade é que muitos cães sentem-se melhores quando perdem aquela energia que têm de frustrar. Castrar seu cão não irá mudá-lo, irá acabar com a constante vontade que tem de escutar mais seus hormônios do que você. O resultado é mais felicidade, um cão mais focado, livre de sintomas de sobrecarga hormonal como fugir, urinar em casa e latir insistentemente.
Não dá para prever a resposta de seu cão ao ciclo reprodutivo. Alguns se comportam muito bem e se recusam a deixar com que seus hormônios dominem, outros são enviados a centros para encontrar uma casa, pois os donos não conseguem lidar com seu comportamento. Para a maioria dos cães, no entanto, a castração é benéfica. Sem a vontade de procriar, seu amigo peludo pode ficar muito mais à vontade para escutar e comportar-se, podendo até virar o cão que você sempre quis.
A não ser que queira crias, faz sentido castrar o cão já que, no final, trará benefícios.
Ou sei lá:

“Canil Dodinês – Especialista em Pequineses – Centro do Curitiba – APARTAMENTO Número xxxx.”
Obs.:  Pediatra responsável !!!

Referências
Fogle, B. The dog's mind.Maxwell Macmillan, 1990
Hart,B. & Hart,L.A. The perfect puppy. N.York, W.H. Freeman and Co.1988
Schwartz, S. Canine and feline behavior problems. N.York, Mosby, 1996
http://www.classicaes.com.br/dicas/saude/devemos-castrar-nosso-cao/

domingo, 10 de outubro de 2010

Ramon dobra de peso.


Confirmei o que meus olhos notaram. Ramon passou de 650 gramas para 1 quilo  e 318 gramas.

Dodi tomou segunda dose da vacina contra giárdia e Ramon fez a décupla e a vacina contra gripe.

E os dois estão se dando cada vez melhor.

Agora estou no dilema da castração.


terça-feira, 5 de outubro de 2010

Cachorro é criança que não cresce.


"Cachorro é criança que não cresce"! Esta frase dita por uma pessoa do meu trabalho fica ressoando em minha cabeça, principalmente quando chego a minha casa após um longo dia de trabalho e vejo a festa que fazem ao me ver. Lindo né!!

Mas saiba que criança faz cocô. Faz xixi. Às vezes não come. Às vezes come demais e tem diarréia.

E o pior, sabe quem é o pai?
Eu!
 Ressalva seja feita, sou um pai solteiro.

Dizem que ter um cachorro em apartamento é coisa de louco. Eu concordo!
Demorou um pouco, mas eu e o Dodi chegamos a uma ótima convivência. Cocô e  xixi só fora de casa em horários pré-estabelecidos. Nesta época parecia que nem tinha cachorro no apartamento.

Dizem que ter “mais de um cachorro” no apartamento é coisa de pessoas totalmente desequilibradas. Eu concordo em gênero número e grau!
 Porque eu troquei a tranquilidade da vida de solteiro para ser pai de cachorro? Ou então, um cachorro já não estava bom? Dois por quê? Cheguei à conclusão que sou uma pessoa louca totalmente desequilibrada.

Imagine a sua diarista saindo de sua casa deixando ela arrumada, limpa e principalmente cheirosa. Você pisca e lá está o Ramon fazendo aquele cocozão. Como se não bastasse sua obra de arte (às vezes moderna, às vezes barroca),  ele piora a situação me olhado com um ar misto de ironia e satisfação.
Daí eu penso: Surto ou não surto?

O que diria a Dona Ana?
Ela começaria pela Palmeira Havaiana, passaria pelo Dodi e chegaria ao Ramon e terminando:
“Eu falei”...
Bom!
O Gustavo falou!
O Zé falou!
O Paulo falou!
A Fernanda falou!
Enfim o mundo todo falou!!!

Mas como eu não sou homem de fazer enquete das decisões da minha vida... Veio o Ramon...

Portanto, assumo, confesso e aviso que além de completamente surdo sou louco mesmo, adoro meus cachorros e  estou virando um cara extremamente excêntrico. E não faço enquete.

Quer saber, este é o segredo do meu charme.

Surtei...




segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Pequinês gosta de criança.

Neste final de semana tive a certeza que pequinês se dá bem com criança. Meu irmão Gabriel passou dois dias comigo. Apesar do Dodi e o Ramon ficarem com um pouco de ciúmes foi ótimo. A principio notei que ambos ficaram um pouco apreensivos com a presença dele. O menor fez até mais xixi e o Dodi, como sempre, estava altivo e distante. Mas foi só o Gabriel ir para o chão que a festa começou e só acabou quando o maninho foi embora.