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Pequinês Social Club

terça-feira, 28 de junho de 2011

Ramon Cachorro do Ano 2011



Ano passado fiz a inscrição do Dodi como cachorro do ano da Gazeta do Povo.

Foi uma experiência muito divertida, mas um pouco cansativa. Sou aquele tipo de pessoa que entra de cabeça nos projetos quer seja do lado pessoal ou profissional.. Ano passado foi uma virtual campanha solitária. Por sinal conto isto em algumas postagens  do Blog.

Resultou que de  3500 cachorros ficamos em 20° lugar com 14.452 votos, portanto fomos longe.

Achei que este ano não iria participar, mas como bom pai de cachorro, decidi fazer o mesmo com o Ramon.

Portanto, amigos do Pequinês Social Club, conto com vocês para colocar o Ramon entre um dos finalistas ou quem sabe o grande vencedor.


Quando passamos para a segunda fase a briga foi de cachorro grande, pois os concorrentes contavam com grupos imensos ( ongs, escolas e sites).
Imagine vocês, que eu sozinho, naquela época apenas com a ajuda do Orkut e do twitter cheguei ao 20 º com 14.452 votos.
http://www.gazetadopovo.com.br/cachorrodoano2010/resultado.phtml

Mas por hora conto com vocês para a  primeira fase, se passarmos para a segunda faremos uma nova estratégia.


O calendário do Concurso é o Seguinte


2 a 18 de julho - Primeira fase de votação pela internet para escolher os 30 finalistas do concurso.
23 julho - Divulgação dos 30 finalistas.
23 a 29 de julho - Segunda fase de votações para escolher o campeão.
6 de agosto - Resultado com o vencedor do Cachorro do Ano 2011 na edição especial do Caderno Animal.
21 de agosto - Festa no Parcão, que fica atrás do Museu Oscar Niemeyer e encontro do Pequinês Social Club. Mesmo dia que o 3º Encontro do Pequinês Socail Club.


A campanha é a seguinte:

Esta é a foto do Ramon


Este é o Video




Então basta entrar no link a partir do dia 2 de julho e votar.Basta digitar Ramon na busca.
http://www.gazetadopovo.com.br/cachorrodoano/votacao.phtml


segunda-feira, 27 de junho de 2011

Fotos de Belos Pequineses pelo Mundo








O Monólogo da Telefonista.





Quero contar mais um fato pitoresco da Babilônia.

De longe vejo na praça duas novas frequentadoras. Uma mulher altíssima com cara de sueca com seu poodle branco.  


Eu estava do outro lado da praça, vendo a calma do Dodi cheirando folha por folha da grama e o Ramon correndo por todos os lados.

Observei que a nova dupla movia se rapidamente de um lado para o outro. O poodle e a dona tinham olhos atentos para tudo que se movia. Não perdiam nada que se movimentasse.

            Abaixei-me, juntei o cocô do Ramon e ia em direção ao lixo, quando do nada, como um passe de mágica, materializa-se em minha frente “A Sueca”.

Ela inicia uma conversa:

- Oi tudo bem?

Eu, com a sacolinha de cocô na mão, responto:

-Tudo bem.

A sueca:

-Mudei há uma semana para um apartamento aqui perto. E estou adorando a praticidade de ter uma praça perto para pode levar a  Helga para passear ( era fêmea).

-È incrível a quantidade de pessoas que trazem o cachorro aqui. Hoje mesmo eu conheci o Lincon , a Ervazia, a Izabel a Dona Julia.

-Mas acho que eles não gostaram muito de mim. Você acredita que eu fui toda simpática conversar, mas eles não abriram a boca para falar comigo. Achava que o pessoal do centro era mais simpático.

Eu com o cocô na mão.

-Venho do bairro alto e lá as pessoas são bem mais simpáticas que aqui, elas falam mais de si.

            Neste instante pensei em falar que foi impressão dela, mas até meus pensamentos ela não deixou continuar.

-Tenho trauma de pessoas assim. Bom mesmo era trabalhar na Telepar onde eu era telefonista.

- Ai que saudades da Telepar.

-Lá eu falava toda hora. No inicio entrei por baixo, atendia apenas as ligações locais. Nossa era um corre – corre. Mas falava com um monte de gente sem educação.

- Ai que saudades da Telepar.

-Lá “a nível de benefícios” era ótimo. Tinha  plano de saúde, plano odontológico, vale refeição até ganhava presente no meu aniversário.

- Não sou destas mulheres que se contentam com pouco, lutei e passei para os interurbanos. Outro nível. As pessoas que fazem interurbanos eram outro nível.

-O difícil era mudar os cabos chamados de pegas, mas aprendi rápido a lidar com o painel, parece que o nome é PABX, não lembro faz muito tempo. No interurbano fiquei até amiga da toda poderosa telefonista da Embratel

Nesta hora suspiros e olhos para cima para relembrar.

-Essa sim deveria ser a mulher mais chique do Brasil, a telefonista da Embratel. Ela fazia ligações internacionais.

-Mas o tempo bom passou, a Telepar foi privatizada e eu fui demitida. Agora trabalho em um hospital.

-Odeio o Hospital.
Meia hora de %$#@@)((*&¨%$$##@)()**&*¨¨$&())_)(&¨¨%%$.

Mais alguns “-Ai que saudades da Telepar”!

Mais hospital-$#%$@@!!@&*())*&¨¨%...

 - Agora estou procurando outro emprego, quero me aposentar melhor. Com o salário do Hospital não dá.

- Mas você não sabe, tenho uma filho e meu ex marido %$$##¨&*())((*%$%#@@!

Quase uma hora depois, eu com o cocô na mão, consegui falar e falei:

-Tchau boa sorte.

No outro dia encontrei a Izabel.

-Izabel você conheceu um telefonista.

Ela olhou bem para mim e disse rindo.

-Ai que saudades da Telepar!!

Conselho do dia:

Monólogo só é bom no teatro e o ator deverá ser excelente. Senão é chato.



domingo, 26 de junho de 2011

Ramon quase bom



O susto passou. Hoje Ramon acordou bem, animado como sempre. O olho parece bom.

O que acho engraçado como o Ramon é esperto, tenho a sensação que ele aproveita da situação como se fosse uma criança mimada. Ontem não saia do colo e estava todo preguiçoso.
 Enrolei ele em uma manta e ficou dormindo no meu colo por horas.




Já o Dodi para não ficar para trás dormia de barriga pra cima. Ele sabe que quando ele esta assim eu sempre brinco com ele.





Talvez fosse ciúme.


sábado, 25 de junho de 2011

Responsabilidade do Pet


Apesar de todos os cuidados que tomamos no trabalho acidentes acontecem.

Mas são nestes momentos que sabemos quem é quem no mercado.

Achei de extrema elegância a responsabilidade o Pet.

O Ramon foi até lá e recebeu uma consulta e um colar para garantir a sua recuperação.



Além disto, ressarciram o valor gasto com o médico veterinário e com o remédio.

Como a ração dos dois tinha acabado o valor foi convertido alimento.



Achei o desfecho super correto. Admiro pessoas retas de caráter.

Erros acontecem, aceita-los e assumir a responsabilidade é uma atitude  profissional e digna.

Parabéns fiquei muito satisfeito.

Att,

Pequinês Curitibano


Que o Vampirinho fique bem logo. E nada de ficar piratinha.

Ramon com Úlceras de Córnea




Ontem após a festa de São João tive que levar o Dodi e o Ramon para desencardir. Ambos estavam imundos. Mas acho que a sujeira foi proporcional a felicidade que eles tiveram.

Até me deu um certo remorso pois o Ramon, ao contrário do Dodi, odeia o Pet. Ainda mais em dias movimentados como sexta- feira ( 1º erro) Ele trava quando chega lá. Parece um cachorro de pau.Mas mesmo assim tive que deixa-lo,pois ele estava marrom de barro na barriga.

Assim que deixei os dois no pet me veio uma sensação ruim. Tive uma visão do Ramon cego de um olho por terem derramado acido no olho dele. Infelizmente acho que posso ser chamado de “Pai Diná”.

Após umas 2 h os peguei no pet. Como eu tinha que trabalhar, fiz tudo mecanicamente e rápido. Confesso que não chequei o estado deles. ( 2º erro).

Por volta das 22h quando chego em casa observei que o Ramon estava com um olho fechado. Levei um susto. Achei ( 3º erro) que era um cisco e pequei um algodão com água e pinguei no olho dele para tirar ( 4º erro).

Esperei meia hora e resolvi levá-lo a um hospital veterinário 24h. Fui ao Santa Mônica um Hospital bem tradicional e respeitado de Curitiba.


Tive que esperar um bom tempo, pois estavam fazendo uma cirurgia na pena de um cachorro envolvido em uma briga.

O atendimento foi ótimo. Do jeito que eu gosto. Objetivo, esclarecedor.  sem termos veteriguês.

“Veteriguês: Temos usados para justificar o valor da consulta e demonstrar o quanto o veterinário estudo. Nada contra a erudição. Mas eu admiro o veterinário que explica de uma forma simples o que aconteceu.”

Bom, vamos ao que interessa. Coitado do Ramon.

A úlcera de córnea ou ceratite ulcerativa é uma das doenças
oculares mais comuns em cães, levando freqüentemente à perda da visão
(BRAGA, et. al., 2004; RICCIARDI, 2004).

Esta enfermidade é caracterizada por processos erosivos
superficiais ou profundos na córnea, com perda de epitélio e exposição do
estroma. (BOEVÉ, et. al., 1999; ANDRADE, et. al., 2000; BRANDÃO, et. al., 2003;
CREMONINI, et. al., 2004; RICCIARDI, 2004).

A córnea é a parte anterior transparente e protetora do olho, localiza-se na região anterior do globo ocular. Sua função (em conjunto com cristalino) é de focar a luz através da pupila e permitir que a imagem seja convertida na retina. A córnea é mantida úmida e viável pela presença das lágrimas. 



         Úlcera de córnea ocorre com muita frequência em pequenos animais, principalmente cães de raças braquicefálicas (focinho curto e olhos projetados).

        Outro motivo comum que pode levar à úlcera de córnea é o “banho”! Não exatamente o banho, mas o contato do shampoo com o olho, o secador direcionado a face do animal e acidentes com produtos químicos.

       Sabemos que um banho no pet é diferente do banho que damos em casa. Nós temos todos os cuidados, pois o cachorro é nosso. Já em um Pet não é bem assim, são muitos animais.

       Os sintomas são comuns à maioria das doenças oculares e incluem piscar constante, olho vermelho, dor, coceira, secreção ocular. É importante que se dê atenção a qualquer desses sinais, já que uma úlcera de córnea pode se agravar em pouco tempo e por em risco a visão e até a integridade do globo ocular!

       O diagnóstico dessa afecção é realizado com exame oftalmológico que delimita a extensão e profundidade da úlcera, fatores relacionados à gravidade da condição. 
  
       O veterinário aplicou um colírio que mostrou exatamente onde estava a lesão.





     O tratamento deve ser iniciado o quanto antes a fim de minimizar os riscos de complicações, e consiste em medicamentos por via oral, colírios e se necessário até cirurgia para reconstrução da superfície do olho.

    Usei o colírio abaixo. Nunca use sem indicação de um veterinário. Pode cegar o animal.




      Uma úlcera simples, que poderia cicatrizar em até 5 dias, pode complicar e causar até a perfuração do olho em 24 horas, se os sinais clínicos forem negligenciados, se a lesão for mal tratada e/ ou se o animal coçar o olho. Portanto, quando observar os primeiros sinais nos olhos do seu animal, procure um oftalmologista veterinário. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado podem salvar a visão do seu melhor amigo.  


Resumo da operá:

Ramon está a medida do possível bem.

Gastei R$ 110,00 na consulta e R$ 80,00 no colírio.

Esta triste pelos cantos, escolhendo os lugares mais escuros.

Eu tenho visões do futuro.

E quis dividir esta experiência com meus amigos donos de pequineses pois é comum nesta raça pela anatomia dos seus olhos.

A vida é assim, pela manhã ele saltava alegre e feliz e a noite esta procurando o escuro por causa da dor.

Já fiz promessa para São Francisco de Assis que ele ficará bem.



 
E ficam as dicas:
a) Nunca leve seu pequinês para o Pet em dias movimentados.

b) Sempre verifique o estado do animal quando for buscá-lo.

c) Não ache nada. Você não estudou para isto.

d) Se você não estudou não faça nenhum procedimento.

Obs.:
Pode ter sido na chácara, algum graveto.







sexta-feira, 24 de junho de 2011

Festa de São João de Dodi e Ramon





Hoje foi dia de São João Batista. Esse santo é o responsável pelo título de “santo festeiro”, por isso, no dia 24 de junho, dia do seu nascimento, as festas são recheadas de muita dança, em especial o forró.
Existe uma lenda que diz que os fogos de artifício soltados no dia 24 são “para acordar São João”. A tradição acrescenta que ele adormece no seu dia, pois, se ficasse acordado vendo as fogueiras que são acesas em sua homenagem, não resistiria e desceria à terra.

Para comemorar o Dia do Santo que tem muito a ver comigo e com os meus cachorros. Fizemos uma festa na chácara em homenagem o nosso santo festeiro.




 

Interessante como a cachorrada de apartamento se solta, como curte a liberdade. Deve ser um dia muito feliz para eles. Não era difícil pegar fotos do Ramon saltando.
 
Dodi e Ramon são diferentes em sua maneira de exteriorizar sua energia.
 Ramon corre, salta cheira a chácara inteira, mas logo para e fica em um canto.
Dodi não corre, ele anda. Mas anda todo o tempo que é possível. Só quando o levo para o quarto que para e dorme. Se eu deixar ele não para a noite toda. 



 
Foi um daqueles bons dias que ficarão na memória.










segunda-feira, 20 de junho de 2011

Morretes dogfriendly




     Nunca tinha pego a estrada com Dodi e Ramon. Escolhi o litoral paranaense para fazê-lo, mais especificamente Morretes, via Graciosa.

A Estrada da Graciosa, como é conhecida a Rodovia PR-410, é uma estrada pertencente ao governo do Paraná que utiliza a antiga rota dos tropeiros em direção ao litoral do Estado, interligando Curitiba às cidades de Antonina e Morretes.

A estrada atravessa o trecho mais preservado de Mata Atlântica do Brasil, marcado pela mata tropical e pelos belos riachos que nascem na Serra do Mar. Por isso, em 1993, parte do trecho da Serra foi declarada pela UNESCO como Reserva da Biosfera da Mata Atlântica. Na região, existem dois importantes parques estaduais: o Parque Estadual da Graciosa e o Parque Estadual Roberto Ribas Lange.


Datam do início do século XVIII as primeiras notícias sobre a pioneira Trilha da Graciosa, que deu origem ao trajeto. As obras de construção da estrada foram concluídas em 1873, tendo sido iniciadas logo após a criação da Província do Paraná, por ordem do seu primeiro presidente, Zacarias de Góis Vasconcelos. Até a metade do século XX, a Estrada da Graciosa permaneceu como única estrada pavimentada do Estado, sendo importante rota de escoamento da produção agrícola (café, erva-mate e madeira) do Paraná rumo ao Porto de Paranaguá e ao Porto de Antonina.



A fundação do povoado de Morretes data de 1721, mas a ocupação de seu território por mineradores e aventureiros paulistas, remonta ao ano de 1646, período em que foram descobertas jazidas de ouro na região.

O progresso do povoado provocou certa rivalidade com Paranaguá, que chegou ao cúmulo de proibir "…os comércios de fazendas sêcas de lojas em Morretes", por ordem do Ouvidor da Capitania no ano de 1780.

No ano seguinte a absurda proibição foi revogada por ordem de D. Martin Lopes Saldanha - Governador General da Capitania. (Romário Martins - História do Paraná)

Depois da breve pesquisa da historia do local, vamos ao que interessa: O Barreado.
Barreado é o prato típico paranaense, por sinal é um dos meus pratos prediletos.
Soube por amigos que alguns restaurantes aceitam cachorros. Descobri que, a meu ver, o mais charmoso restaurante é dogfriendly.

O Villa Morretes fica as margens do Rio Nhundiaquara, peguei a mesa de frente para o Rio.


Dodi e Ramon se comportaram como crianças britânicas. O Ramon sempre me surpreendendo. Uma turista paulista chegou a comentar:
- Isto sim que são cachorros educados de passeio.


A comida estava ótima.



O dia estava ótimo.


Ao sair o dono do restaurante veio até mim e falou que os cães são bem vindos. Mas aconselha fazer reservas, pois os pets podem pernamecer apenas na parte externa. Que é o melhor lugar.

Achei o atendimento tão bom que me passou pela cabeça fazermos um Pequinês Social Club em Morretes neste restaurante. Quem sabe?

Para maiores informações clic abaixo.

Depois sai passear pelas ruas acompanhando o Rio. Infelizmente em algumas lojas não se pode entrar com o Pet, nem que seja no colo. Vale a pena perguntar antes, senão acaba passando vergonha que nem eu.

Entrei em uma loja. Lá do fundo a mulher grita:
- Não pode cachorro, favor se retirar.
Eu:
- Tudo bem senhora. Vou à próxima loja comprar 15 colares de pedra para dar de presente.
Parece que ela mudou de idéia. Mas nem olhei..

Então foi isto, vá a Morretes com seu pequinês. Vale a pena.

Dodi e Ramon aprovam!