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terça-feira, 30 de novembro de 2010

"Au"rélio

Pois é!

Aposto que meu comentário não seja dos mais populares no meio do Orkut canino, mas se tem uma coisa que eu acho pouco inteligente são estes internautas adultos que insistem em desenvolver diálogos caninos.

“Au au pra lá; au au pra cá.
Aumigo, aumensagem,  lambeijos auetc“

 Estes dias teclava com uma pessoa que insistia e puxar assunto comigo nestes latidos “Aurélianos”. Mesmo contrariado tentei desenvolver uma conversa humana, pois esta pessoa possuía uma cadela, da raça pequinês, com uma pelagem de cair o queixo.


A tentativa foi em vão. Descobri que a pessoa tinha “auma” de um cachorro especial que estaria na honrosa colocação de 80ª do ranking de inteligência do Dr. Stanley Coren.

Depois de várias tentativas frustradas fui incisivo na pergunta:
-Qual sua profissão?
Acho que nesse exato instaste a pessoa/animal foi chamada para a realidade humana e respondeu, depois de algum tempo.
- Sou vendedora de móveis.
Hum...é uma cadela.

Não me contive e fiz a segunda pergunta. Já achando que iria levar uma mordida.
-Qual a sua idade?
-35 anos

Momento reflexão: “35 anos (!)” Acho que ao invés de ponto de exclamação deveria ser um ponto final (.).

Tomara que já esteja fazendo xixi e cocô no jornal!

E é só.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Padrão da Raça Pequinês

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA
Fédération Cynologique Internationale
GRUPO 9
Padrão FCI 207
05/06/2009
Padrão Oficial da Raça
PEQUINÊS
PEKINGESE

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA
Filiada à Fédération Cynologique Internationale
Classificação F.C.I.:
Grupo 9 - Cães de Companhia
Seção 8 - Chin Japonês e Pequinês
Padrão FCI no 207 - 05 de junho de 2009.
País de origem: China
País Patrono: Grã-Bretanha
Nome no país de origem: Pekingese
Utilização: Cão de Companhia
Sem prova de trabalho
Sergio Meira Lopes de Castro
Presidente da CBKC
Álvaro D’Alincourt
Presidente do Conselho Cinotécnico
Tradução: Suzanne Blum
Revisão: Claudio Nazaretian Rossi
Impresso em: 28 de junho de 2010.

PEQUINÊS

APARÊNCIA GERAL: de aparência leonina, com expressão alerta e inteligente.
Pequeno, bem balanceado, moderadamente compacto com grande dignidade e
nobreza. Qualquer sinal de dificuldade respiratória por qualquer razão ou inabilidade
para mover-se de forma saudável são inaceitáveis e devem ser severamente
penalizados. Não deve ser excessivamente peludo.
COMPORTAMENTO / TEMPERAMENTO: corajoso, leal, indiferente sem ser
tímido ou agressivo.
CABEÇA: razoavelmente larga, proporcionalmente mais larga do que profunda.
REGIÃO CRANIANA
Crânio: moderadamente, amplo, largo e plano entre as orelhas; sem ser abobadado;
largo entre os olhos.
Stop: definido.
REGIÃO FACIAL: a pigmentação preta é essencial na trufa, lábios e contorno dos
olhos.
Trufa: não tão curta, larga; narinas largas e abertas. Uma ligeira ruga, preferivelmente
quebrada, pode se estender das bochechas até a ponta da trufa em forma de “V”
invertido. Isto nunca deve afetar ou obscurecer os olhos ou a trufa. Narinas apertadas
e excesso de rugas na trufa são inaceitáveis e devem ser severamente penalizadas.
Focinho: deve ser evidente, mas pode ser relativamente curto e largo. Mandíbula
firme.
Lábios: nivelados. Não devem mostrar os dentes ou a língua; nem obscurecer um
queixo bem definido.
Olhos: limpos, redondos, escuros e brilhantes e não tão grandes. Livres de óbvios
problemas oculares.
Orelhas: em forma de coração, inseridas ao nível do crânio e portadas próximas da
cabeça e não devem atingir a linha abaixo do focinho. Longas e profusas franjas.
PESCOÇO: relativamente curto, grosso.

TRONCO: relativamente curto, com uma cintura evidente.
Linha Superior: nivelada.
Peito: largo e com costelas bem arqueadas suspensas entre os anteriores.
CAUDA: inserida alta, portada firmemente, ligeiramente curvada sobre o dorso de
qualquer lado. Longas franjas.
MEMBROS
Anteriores: relativamente curtos, grossos com forte ossatura. O cão deve estar
bem posicionado sobre suas patas e não sobre os metacarpos. A aparência
saudável é essencial.
Ombros: bem oblíquos para trás e encaixando-se perfeitamente ao corpo.
Cotovelos: rentes ao corpo.
Antebraços: os ossos dos membros anteriores podem se ligeiramente arqueados
entre os metacarpos e os cotovelos, para acomodar as costelas.
Metacarpos: ligeiramente inclinados, forte e não tão próximos entre si.
Patas: grandes e planas, sem serem redondas. Podem ser ligeiramente viradas
para fora. Excessivamente viradas para fora são severamente penalizadas.
Posteriores: fortes e bem musculosos, porém, moderadamente mais leves do que
os anteriores. Posteriores excessivamente estreitos são severamente penalizados.
Angulação moderada. A aparência saudável é essencial.
Joelhos: bem definidos.
Jarretes: firmes e baixos.
Metatarsos: fortes e paralelos, quando vistos por trás.
Patas: largas e planas, sem serem redondas. As patas posteriores apontam diretamente
para a frente.

MOVIMENTAÇÃO: tipicamente lenta; uma movimentação bamboleante dos
anteriores é nobre. A movimentação típica não deve ser confundida com um balanço
causado por fraqueza dos ombros ou por qualquer outra indicação de doença.
Qualquer fraqueza dos ombros e cotovelos, e qualquer indicação de
insalubridade nas patas e metacarpos serão severamente penalizados. A
movimentação não deve ser interferida pelo excesso de pelagem do corpo.
PELAGEM
Pelo: moderadamente longo, reto com juba comprida, porém não estendida atrás
dos ombros, formando uma capa ao redor do pescoço. A pelagem de cobertura é
rústica, com subpelo mais macio. Franjas nas orelhas, na parte posterior dos membros,
cauda e dedos. O comprimento e o volume do pelo não devem interferir nas
atividades do cão, nem esconder o contorno do corpo. Pelagem excessiva deve
ser severamente penalizada.
COR: todas as cores e marcas são permitidas e de igual valor, exceto albino ou
fígado. Nos particolor, as manchas devem ser uniformemente distribuídas.
TAMANHO / PESO
o peso ideal não deve exceder: 5 kg para os machos.
5,4 kg para as fêmeas.
Os machos devem parecer pequenos, mas devem ser surpreendentemente pesados
quando levantados; ossos pesados e um corpo firme, com uma estrutura bem
construída, são essenciais para a raça.
FALTAS: qualquer desvio dos termos deste padrão deve ser considerado como
falta e penalizado na exata proporção de sua gravidade e seus efeitos na saúde e bem
estar do cão.
FALTAS DESQUALIFICANTES
• agressividade ou timidez excessiva.
NOTAS:
• os machos devem apresentar os dois testículos, de aparência normal, bem descidos
e acomodados na bolsa escrotal.
• todo cão que apresentar qualquer sinal de anomalia física ou de comportamento
deve ser desqualificado.

Vídeos legais pra cachorro

 

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Parque Barigui


Percebi que eu virei uma pessoa do dia, já se passou a época que eu gostava de uma boa noitada regada a bebida. Agora prefiro acordar cedo e aproveitar o sol sem ressaca.
Quem gosta disso são os dois.
Este último sábado foi ao Parque Barigui. Soltei os dois em umas trilhas que existem no meio da mata, parecem que voltaram as origens de tanto que correram.







O lugar é tão natural que até aparecem uns macacos.



Neste parque os dogs são bem-vindos.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Um York que cai...


Por volta das 9h peguei o elevador para ir à academia. Moro no 7º andar e estranhei que o elevador subiu e foi parando no 10º, 11º, 12º  e 13º e na volta parou nos mesmo andares. Ocorreu-me que Deus estava me segurando no prédio para evitar que acontecesse algo comigo, do tipo ser atropelado por um carro que passaria  naquele momento.
Sai do prédio e fui em direção a esquina para atravessar a rua, quando de uma hora para outra  caiu um cachorro do prédio. Isto mesmo: Um cachorro!
Foi uma cena muito estranha. O som do seu latido de desespero, enquanto caia, foi indescritível.
De um prédio pode cair varias coisas, como um vaso de plantas, uma peça de roupa ou até mesmo uma panela, mas um cachorro não é uma coisa usual.
Tudo isto aconteceu a um metro do meu nariz. As pessoas que passavam ficaram paralisadas com a cena.
Ao me aproximar  vi que era um Yorkshire.
Ele estava imóvel, parecia morto.
Corri para a portaria do prédio para chamar o dono. A porteira falou que deveria ser do morador do primeiro andar que não estava em casa e para piorar ela não tinha o telefone dele.
Voltei para socorrer o cachorro quando vi uma Japonesa histérica gritando, ou melhor, sentenciando que tinha certeza que alguém tinha jogado o animal para assassiná-lo. Olha o detalhe: “CERTEZA DE ALGUÉM”.
Como uma pessoa pode ter certeza se o próprio termo usado em sua acusação foi ALGUÉM. Ela já tinha feito toda a história do crime em sua cabeça e a declarava em beros.Sem direito algum de defesa do acusado, ou melhor, do “alguém” que ela nem sabe se tinha culpa ou dolo ou ao menos se ele estava em casa.
Falei para ela ficar quieta e me ajudar a socorrer quem mais precisava. O pobre York.

Ele tinha feito xixi e estava se movendo. Nesta hora passou uma mulher de carro e se prontificou a levá-lo para o hospital veterinário. È claro que na mesma hora aceitei. Não sabíamos exatamente como mover o animal. Apesar dele estar movimentando as patas o deixamos imóvel e o colocamos no carro.
Entreguei o cachorro à mulher e peguei seu telefone para deixar na portaria do prédio.
 Foi isso, só isso! Não sei se ele viveu, se ele morreu. Foi apenas issso!

Nunca sabemos o que nos espera ao abrirmos os olhos cada manhã. Cada dia uma nova história.

Amanhã vou até o prédio do acidente para saber como está o York.

Mas passado o susto me veio à pergunta: Porque o cachorro caiu?

Negligência do Dono?

Se moramos em apartamento devemos observar o acesso a janela, nunca deve ter nada que sirva como escada para o animal chegar até ela. Caso ela seja baixa deve-se colocar telas de proteção. Em dias de festas que estouram muitos foguetes e em tempestades com muitos trovoes sabemos que eles ficam muito agitados. Às vezes perdendo a noção do perigo. Hora de redobrar a atenção.

Maldade do Dono? Ele não estava em casa mesmo?
Acredito que não estava em casa mesmo. Mas também sabemos que existem muitas pessoas desequilibradas por ai. Pessoas assim devem ser responsabilizadas Penalmente pela guarda do animal.

Suicídio do Cachorro? Será que isto existe?

Caso isto ocorra conclui-se que ele tem a consciência de sua existência e de sua individualidade; ele compreende o que é a vida e a morte, uma vez que escolhe livremente entre uma e a outra; e não obedece tão exclusivamente a um instinto cego, que se o supõe. O instinto leva à procura dos meios de conservação, e não de sua própria destruição.




terça-feira, 16 de novembro de 2010

Festa do Frango

Toda noite quando chego em casa rola uma festa. Esta foi temática. A festa do Frango!!







Primeiro Cocô fora de casa

O feriadão da Proclamação da República além de ser uma data importante para a Nação foi importante para mim, pois o Ramon foi pela primeira vez no Parcão e fez o primeiro cocô fora de casa.

O cachorro mais novo sempre aprende com o mais velho, tanto as coisas certas quanto as erradas. Logo que o Ramon chegou ao Parcão ficou um pouco perdido com tanta liberdade, mas assim que viu o Dodi correr saiu em disparada para acompanhá-lo . Fui no Sábado pela manhã, devido ao feriado Curitiba estava vazia. Para ele foi ótimo para fazer sua estréia, pôde reconhecer o território com calma.

Já no Domingo cedo senti que meus dias de estresse a procurada de surpresas pela casa esta no início do fim! Ramon fez o primeiro cocô fora de casa. Achei interessante que assim que o Dodi se posicionou para a descarga o Ramon copiou. Salve o irmão mais velho. Que faça o mesmo com o xixi.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Dia de cão


Parte 1- A chuva matinal.

O primeiro banho do Ramon no pet foi mais que tumultuado. Um daqueles dias tortos.
O início começou com o passeio diário da cachorrada. Aproveitei que apesar de nublado não estava chovendo. Mais choveu! Nada como a chuva na cara para interagir com a natureza.

Parte 2- O IPTU

Depois disto fui pagar os esquecidos carnes do IPTU. Enfrentei a fila da lotérica, mas na hora de pagar eles não aceitavam carnes atrasados. Falaram para eu ir à Caixa Econômica Federal.
Na caixa enfrentei fila. Mas para minha alegria encontrei o simpático porteiro do meu prédio, o querido Senhor Jurandir, considerei que com companhia passaria mais rápido o martírio da espera na fila.
 Infelizmente o papo foi tenso, pois seu Jura tinha sido assaltado na noite anterior. Levaram sua carteira com todos os seus cartões e por muito azar ele deixava as senhas anotadas. Comoveu-me quando ele falou: "Anoto porque esqueço. Isto é coisa de velho, meu filho."
Apesar de o papo ter sido triste, cheguei ao caixa. Já na fila escolhi o caixa que eu não queria ir, como de praxe, mas como a maioria das vezes, é esta pessoa que me chama. Portanto, foi justamente aquela feiosa, sem expressão nenhuma na cara, que falou com uma voz fina e extremamente irritante: “O Senhor tem que pegar uma segunda via na Prefeitura.”
Hoje não é meu dia mesmo.
Vou poupá-lo dos detalhes seguintes, resumirei.  Enfrentei a fila da prefeitura, a fila da lotérica e ufa...Paguei o IPTU!
Continua chovendo.


Parte 3- Banho Público

Levar a cachorrada para tomar banho.
Aproveitei a carona do Antônio que estava indo para o lado do pet.  Para facilitar o embarque iria pedir para o porteiro que abrisse a porta da garagem, até que encontrei a SINDICA brigando com a mulher do ap.901 sobre  seu Lhasa latidor.
Virei invisível, sai transparente pela garagem sem alarde.
Estava chovendo...
Eu estava sem guarda chuvas.
O Antônio que chegaria em 7 minutos levou 20 minutos longos.
Foram os 20 minutos mais molhados que passei.
Mas confesso que era uma cena estranha ver um homem molhado com dois pequineses, molhados, olhando para a rua.
Eu também não poderia voltar, pois a sindica estava latindo na portaria.
Se ficar a chuva molha, se voltar a sindica pega!
E o melhor de tudo é que eu tinha que fazer cara de calmo, sem reclamar, pois estava de carona.


Parte 4-  Faltou luz no Pet

Depois de enfrentar o trânsito de Curitiba, às 13h, com “muita chuva” chego ao pet.
Adivinha? Faltou luz. Isto mesmo faltou luz.
Nada de banho e tosa higiênica.
Eu com dois cachorros molhados no colo de carona e sem luz.
Mas Deus deve ter percebido que eu precisava dele. Que eu já deveria ter pago algum carma de outra encarnação.
Voltou a luz!!!
Teria banho e tosa.

Parte 5- O aluguel

Fui pagar o meu aluguel. O Proprietário é um senhor Japonês muito legal, mas um pouco esquecido. Já na portaria fiquei sabendo que ele não estava em casa. Era só o que me faltava.
A empregada falou que ele chegaria de viagem em uma hora. Uma Hora?! Para mim parecia uma eternidade.
Chegou depois de 47 minutos. Fui um pouco seco e pedir que ele fizesse o meu recibo rápido e com meu nome certo, mas este é outro assunto.
Paguei. Acabou.

Parte 6- A bateria do Carro

Acabou a bateria do carro. È verdade. Acabou a bateria do carro.
Tivemos que esperar 40 minutos para que viesse a equipe do seguro para fazer a bendita chupeta.
Chove...

Isto não é um roteiro de filme B é vida real.

Mas tudo acaba uma hora.
Consegui chegar no pet. O Ramon estava paralisado na gaiola. Estas horas não devem ter sido faceis para ele.
O resumo do nosso dia foi a cara do Ramon na volta pra casa.
Ele foi sintético na expressão.





sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Luxo Pequinês

Uma das principais referências que se faz ao pequinês é o Luxo.

Esta relação é histórica.Desde o início dos relatos quando viviam reclusos na Cidade Proibida já eram os favoritos da família Imperial de Pequim, geralmente andavam na companhia do imperador ou da imperatriz. Faziam parte da escolta real, anunciando a presença do imperador, eram o parâmetro de altura em que todos tinham de baixar a cabeça e afastar o olhar.


Em 1860, durante a Segunda Guerra do Ópio, a mítica Cidade Proibida foi invadida pelas tropas inglesas. Motivo que fez com que cinco Pequineses seguissem viagem até Inglaterra, onde foram introduzidos aos luxos de outra corte, a britânica.

Um casal de cães ficou a cargo dos Duques de Wellington, outro dos Duques de Richmond e Gordon, acabando estes, já com o prefixo de Goodwood, por dar origem à linhagem inglesa. E o quinto “sortudo” foi oferecido à própria monarca, a rainha Victoria, que o batismo de Looty.
  



Já em 1910 a Rainha Alexandra foi  retratada em um carro com um dos pequineses favoritos.




Luxo vem do termo em latim Luxúria, que significa excesso! Talvez esse excesso histórico de troca de duas cortes tenha gerado mimos demasiados, garantido aos pequineses este temperamento tipicamente aristocrático.
Pequinês que é Pequinês sabe, e exige que seja tratado com nobreza.

Foi usado no cinema para fazer referência ao luxo.


Em tempos modernos Marilyn Monroe foi fotografada com seu exemplar.




E hoje empresta a nobreza à marca Gucci







Esta foto tirei do Blog da Madah.


 Tomara que algum publicitário de Curitiba tenha a idéia de usar Ramon e Dodi em uma campanha. Garanto que são ótimos modelos caninos.


Obs: Ao fundo minha Arvore de Natal.
Mais algumas fotos.





Em 06 de novembro de 1957, em Manhattan, New York, New York, EUA --- chega  Shapely Jayne Mansfield, voltando de sua turnê triunfante fez aparições na Europa, sempre acompanhada de seu pequinês, "Power Puff" .
Esta tirei no Muller.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Convenção de Pequinês


O primeiro passeio do Ramon foi muito movimentado. Chegou a encontrar o Irmão Tavinho que é nosso vizinho.
Estas horas tenho a certeza que Ramon é mesmo um pequinês de manga. Observe a diferença dos manos no centro da foto.


Já o Dodi encontrou a bela Hany, a pretinha da foto. Possivelmente será a primeira namorada da dele.




Cher, a clara, está no primeiro cio, toda exuberante.


Legal esta vida de encontros inesperados. Acabou virando uma Convenção de Pequinês.

Lá vai a idéia de marcar um encontro no Parcão dos Pequineses de Curitiba.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Primeiro passeio do Ramon.


A primeira volta de bicicleta.
A primeira vez dirigindo um carro.
"A primeira vez"...
Enfim, sempre a primeira vez na vida é algo marcante.

Hoje, dia 2 de novembro, feriado nacional. Dia de céu azul em Curitiba.Data perfeita para o primeiro passeio do Ramon.



Escolhi o Parque Tanguá.



Acho este lugar um dos mais bonitos de Curitiba. Descobri que é um ótimo lugar para passear com cachorro. Existe uma área ótima para deixá-los livres das guias, apesar de que os lugares principais do parque são proibidos para pets. Quando for até lá observe as placas para não pagar mico.

O Ramon não se fez de rogado. Assim que ganhou  o  chão saiu atrás do Dodi. Ainda não tem a firmeza do irmão ao andar, mas chegou a dar uma corridinha.



Acho que deve ter sido uma aventura olfativa, que por vezes fiquei com medo de que fosse também gustativa. Vira e meche tinha que tirar algo da sua boca.




Quando chegou em casa, da mesma forma que o Dodi, caiu no sono.

Bem vindo ao mundo fora do apartamento Ramon!