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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Mantras 2011

Desejo aos meus amigos blogueiros toda a paz mundial que a misses pediram desde o inicio do concurso.

Vou tirar umas férias e curtir um cruzeiro até Salvador.
Sou adepto dos mantras, os quais uso toda virada de ano. Caso alguém queira dividi-los comigo ai vão.

Mantra (do sânscrito Man mente e Tra alavanca) é uma sílaba ou poema religioso normalmente em sânscrito. Os mantras originaram do hinduísmo, porém são utilizados também no budismo e jainismo. Os mantras Tibetanos são entoados como orações, repetidas como as do cristianismo.

O budismo mahayana do Tibete usa mantras em tibetano, o zen-budismo do Japão os usa em japonês. John Blofeld encontrou em Hong Kong no começo do século XX mantras cuja língua ninguém sabia identificar, e que pareciam uma alteração de um original sânscrito. Para algumas escolas, especificamente as de fundamentação técnica, mantra pode ser qualquer som, sílaba, palavra, frase ou texto, que detenha um poder específico. Porém, é fundamental que pertença a uma língua morta, na qual os significados e as pronúncias não sofram a erosão dos regionalismos por causa da evolução da língua.

Existem mantras para facilitar a concentração e meditação, mantras para energizar, para adormecer ou despertar, para desenvolver chakras ou vibrar canais energéticos a fim de desobstruí-los. Mecanismo de funcionamento Ao longo dos anos, os ocidentais que chegaram ao oriente tentaram explicar porque os mantras produzem os efeitos esperados. Blofeld, que estudou por dentro as culturas indiana e chinesa, notou que não é necessário saber o significado das palavras ditas.

Alguns psicólogos ocidentais defendem que o mantra possui uma energia sonora que movimenta outras energias que envolvem quem o entoa. Blofeld observou que não importa a correção da pronúncia: encontrou o mesmo mantra entoado de forma muito diferente em países diversos, e sempre produzindo os efeitos esperados. Outra explicação seria a mesma usada para o efeito dos mudras: um gesto repetido por tantas pessoas durante tantos séculos que criou um tipo de caminho energético - que podemos chamar de marca no akasha, ou no inconsciente coletivo - que é rapidamente seguido pela psique da pessoa que o executa.

Mantras 2011
Para ajudá-lo a alavancar sua vida material: Bigizudezi Jominderem Libinto 
Para pessoas que tem dificuldade em focar seus objetivos e levá-los adiante: Vapt Vupt E Eu Faturei Para conectá-lo a uma realidade da qual deseje fazer parte: Irilem Izamtogim Bonlodimini 
Para desenvolver numa pessoa a capacidade dela administrar melhor a sua vida: Zômor Lubíne Gandíper Para fazer você se tornar um negociador bem sucedido: Zunitogévius 
Para abrir uma estrada nova em sua vida: Lasiâmur Deréti Zô Gumômde 
Para energizar e harmonizar pessoas com a saúde debilitada: Gômpi Leuzúbi Duâne 
Para ajudar crianças hiperativas a desenvolver a concentração: Tunga Lunga Bunga Pongondonis 
Para anular a ansiedade e o pânico: Gônpel Ubgídeb Zêrmuz Ômsi 
Para forçar o sucesso de um empreendimento: Coisa de quem fatura alto malandro 
Para forçar um acontecimento: Alonbegêni Zímbrid 
Para acelerar um acontecimento que se deseja: Fui com tudo e vendi bem 
Para ajudá-lo a se preparar para provas e concursos: Gitepúmi Zíp 
Para obter apoio do universo para alcançar a felicidade: Diga sério Comendador
Para ajudá-lo a reverter disputas a seu favor: To nessa meu chapa 
Para seduzir parceiros e tornar a relação sólida e intensa: Enumzofáli Agobála 

Dicas de Gilson Chveid Temans de 2011!! 
Gilson Chveid preparou dois Temans para serem ditos na passagem de ano, eles atraem boas energias, e podem ser usadas durante o ano todo. O primeiro teman diz o seguinte: Saúde Plena, dinheiro no bolso Meu amor é tão belo e eu me pego mais moço. Você me olha sorrindo e eu te recebo com gosto, Ser feliz é muito bom e eu não pago imposto. O segundo é: O sinal que eu busco tanto encontrar no fim do dia veio a mim neste momento como um aviso da alforria que eu me recordo foi um dia o meu sonho, meu alento e agora constrói tudo sem faltar pedra e cimento. Em tempo: temans são mantras que ajudam em todos os campos e não para questões específicas. Não perca amanhã a receita do Bolo mágio de Mel, para atrair sorte em 2011!!! 
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Mantras para 2011 do numerólogo e engenheiro dimensional Gilson Chveid Oen

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Cão social

 

Tenho saudades de quando morava no interior. A vida tinha outro ritmo, acho que tinha a trilha sonora de bossa nova. Lembro das tardes com minha família na frente de minha casa com os pés na grama embaixo do ipê amarelo que eu mesmo plantei. Lá ficávamos até o anoitecer falando com os vizinhos, brincando com os amigos e andado de bicicleta.

Minha vida mudou muito, agora moro no centro de uma cidade grande, onde a única pessoa que tenho um contato mais próximo é o porteiro. Quando pego elevador com os vizinhos todos ligam a cara, digo a máscara de paisagem. Às vezes chego a ver uns coqueiros no rosto do 603.

Engraçado pesar que as pessoas não tenham nome, muito menos sobrenome; agora somos chamados do careca do 601 ou a gostosa do 902 e assim por diante.

Talvez o melhor presente que eu recebi do Dodi e do Ramon foi à volta da vida em sociedade. Depois deles conheci muitas pessoas especiais. Tenho um grupo de cachorreiros da praça. Aprendi muitas coisas com eles do mundo canino.

Falando em cachorros os dois estão ótimos. De uma olhada no vídeo.














sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

O segundo cão.

Ontem à noite me dei conta do quanto o Dodi mudou com a vinda do Ramon. Vale a pena comentar que os cães tiveram que se adaptar a vida em nossa  sociedade, sendo de espécies diferentes e  vivendo em um mundo artificial  que não é o deles. Apesar de fazermos parte de sua matilha, a maioria de nós não late e não faz xixi no jornal. Portanto, nada melhor que termos  mais um cachorro para fazer companhia.


Antes sentia que o Dodi estava muito solitário e quieto. Muitas vezes voltava para casa e parecia que ele estava no mesmo lugar. Cachorros são animais de grupo, e apesar de eu fazer parte da matilha sou humano e tenho vida de humano. Trabalho, passeio, frequento à noite e, obviamente, sozinho, sem o Dodi.

Agora Dodi e Ramon têm seu mundo particular. Existe um relacionamento além de mim.

Confesso que fiquei com medo do Dodi não aceitá-lo, mas, por sorte, Ramon foi aceito na matilha. Talvez por eu sempre levar o Dodi no parcão e deixá-lo um cão muito sociável.

Quanto à bagunça vejo que aos poucos está diminuindo. Ramon só faz xixi no jornal, mas depois do alívio ele faz questão de   ler o jornal na sala, e para piorar fica irritado com as notícias. Temperamental que é, rasga todas as manchetes, querendo resolver o mundo.  Mundo este que encontro dilacerando nas páginas rasgadas pela casa toda. . Por isso sempre rezo que o dia no mundo jornalístico seja bom. Fazer o que, tenho um critico social em casa.


Os semelhantes caninos têm suas diferenças, seus atritos, mas nada que atinja meus móveis. Um se entretém com o outro.


Ainda não tenho a certeza definitiva de quem é o dominante. Apesar de o Ramon ser menor, ele possui muita energia. Às vezes acho que é hiperativo como o Dono.

Existe uma cumplicidade entre ambos. Por várias vezes percebi que o Dodi defende o Ramon. Um dos exemplos mais marcantes foi quando estávamos caminhando e uma pessoa me parou. Rapidamente quis pegar o Ramon no colo. Dodi virou um leão fazendo que a pessoa mantivesse uma distancia segura.

Não sinto que haja ciúmes em relação a mim. Fiz questão de nunca incentivar esta situação. Eu como chefe da matilha tento ser o mais imparcial possível e acho que tenho conseguido.

Apenas  no  início tiveram um choque por causa da idade. Querendo ou não são apenas 9 meses que os separam. Atenuado com a maturidade que Ramon tem adquirido com o tempo.

Ouvi falar que o segundo cão aprende com o primeiro. Isto é uma verdade. Sorte que o Dodi é muito educado. Tenho medo, às vezes, que o Ramon estrague o mais velho.

Voltando para assuntos do dia a dia hoje os dois tiveram um dia de cachorro, com direito a banho, tosa, vermífugo e vacinas. Ramon tomou a segunda e ultima da giárdia e o Dodi fez sua decupla.

Estava pensado em trocar a ração dos dois da Hill´s para a Royal Canin especial para filhotes de malteses. Pelo que li, apesar da ração ser bem mais barata,  sua base nutricional  fortaleceria os pelos longos e os deixaria mais brilhantes. A veterinária afirmou que a única coisa que mudaria seria o formato. Que é  ideal para a mastigação de cachorros desta raça, pois a composição nutritiva  era a mesma.

Como em time que esta ganhando não se mexe, haja vista que Ramon chegou a 3K 650 gramas, manterei a Hill´s filhotes. 
 Obs.: Este é o esconderijo, embaixo do sofá, que ele achou desde que chegou quando tinha  650 gramas. Agora praticamente não consegue entrar como antes devido aos 3 kilos e 650 gramas. Compare com a primeira foto desta postagem.

Talvez o pequeno pequinês de manga seja um São Bernardo disfarçado.
Lobo em pele de cordeiro, São Bernardo em pele de Pequinês.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Qual a energia que emanamos ?


A pessoa chata do Trabalho:

- “Cães Educados, Donos Felizes de Cesar Millan. Não acredito que você está lendo isto?!”
 Frase carregada reprovação cheia de ironia pseudo intelectualizada.

O leitor, dono dos pequineses, que vos escreve, responde rapidamente:
- “Este livro serve para entender melhor as pessoas com quem trabalho. Detalhe! Acho que você deveria ler. Fala sobre liderança, talvez com ele você aprenda...
 Fui curto, simples e direto, e mudei de assunto. Apesar de esta pessoa tentar justificar um problema que teve com colega de trabalho.

Esta situação me remete a algumas reflexões que tenho feito sobre a energia de sociabilidade. Ela é  liberada  para todos os que nos cercam, tanto no trabalho, quanto na família e  amigos. Enfim, onde haja relacionamentos.

Prefiro falar de algumas mulheres que conheço, para que eu não me comprometa no trabalho.

Ansiosa do Guadalupe.

Bonita, gostosa, advogada de carteirinha. Mulher que todo cara queria ter como esposa.
Energia totalmente desequilibrada.
Apesar de ela ter todos os requisitos para ser o oposto, passa a energia de uma mulher que precisa de algo para ser feliz( Ela sempre precisa, nunca esta satisfeita).
Espera a semana inteira para sair no final de semana. Quando chega o dia fica ansiosa para chegar o horário. Quando chega o horário bebe para ficar legal, bebe pra ficar legal, bebe pra ficar legal.... Volta para casa, acorda domingo se achando a pior pessoa do mundo. Jura que não vai sair mais. Isto até terça!
Quando conhece um cara diz que ele é o homem da vida dela. Isto até o primeiro defeito. Sua especialidade é achar o defeito, parece programada para isso, quando descobre entra em estase. Um orgasmo completo.
E ela não quer ser assim, mas não tem consciência do que é.

Libertina de Itapema.

           A  loura, magra,  alta, rica, auto-suficiente é alemã judia.
           Quando está em terras catarinas é a pessoa família . Chega a organizar o advento. Frequenta a missa todos os domingos. Fala como um  anjo. Quer casar.
            Quando sobre a serra sofre uma metamorfose, as penas brancas de anjo mudam de cor, passando para vermelhas. Vira uma devoradora de homens. De 10 palavras 6 são sobre sexo as 4 que restam são artigos ou preposições.

            Cada Estado uma energia. A verdadeira metamorfose da serra.

 Quanto a mim estou tentando  tomar consciência do que emano, pois concluo que a  energia pode tornar você além de líder da matilha líder de si mesmo.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Passeio liderado da matilha



Após reflexões sobre a liderança da minha matilha resolvi por em prática o lado operacional desta história.

Vamos aos principais problemas:

O Ramon com seu xixi descolador de pisos laminados, seus latidos sem razão e a destruição dos meus móveis comprados este ano;
 E o Dodi com sua liderança irritante em nossos passeios.


Em primeiro lugar tenha em mente que seu cachorro não esta ligado ao  passado muito menos ao futuro, pois para ele só existe o PRESENTE. O que eu quero dizer com isso é que não precisa inventar dramas do passado. Ex.: Peguei meu cão em adoção, ele sofria muito, passou por maus tratos,  e carrega muitos traumas. (bobagem - e, cá pra nós,  às vezes são mentiras que idealizamos para nos sentirmos melhores e criando um certo ar que somos super heróis a defesa dos cachorro indefesos perdidos pelo mundo)

Outra observação libertadora: “Ele não guarda mágoas!”
Ex.:Não vou dizer um não convincente e incisivo (energia desequilibradas) por ele ter feito algo errado, pois já chamei a atenção dele a 10 min. atrás pelo mesmo motivo.

Então vamos ao Dodi.

Como já mencionei o Dodi sai sempre na frente dando a direção do caminho a ser seguido.
Percebi que a guia retrátil que estou usando não é a mais apropriada. Criei uma falsa ilusão de que com ela ele teria uma liberdade maior no caminho.


Este foi meu erro, pois ele fica sem direção e pode cheirar o que quiser e quando quiser. Inviabilizando qualquer rota de passeio.

O problema aumenta quando saio com os dois. Acaba virando um nó com  três pontas sem direção nenhuma.

Hoje usei as guias antigas, que possuem uns 60 cm. O Dodi se manteve ao meu lado, ficando muito mais fácil dar a direção.

Agora escolho aonde vamos, a velocidade e, principalmente, a hora que eles ficaram livres para cheirarem o que quiserem.

Quando solto os dois ocorre o outro problema do Dodi. Ele não fica do meu lado sai passear esperando que eu o siga. Graças a Deus o Ramon me acompanha.

A questão que tenho de melhorar é a energia certa de comando. Fico com inveja de alguns moradores de rua que vejo, eles controlam seus cães sem coleira nenhuma. Só com a voz. Os viralatinhas não atravessam a rua sem a ordem do dono. Acho incrível este domínio.

Mas acho que estou no caminho certo.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

O que é ser lider da matilha?


Falar em disciplina e liderança nos dias atuais gera uma discussão que vai muito além do mundo canino. A sociedade atual considera que disciplina é uma palavra démodé, gerando, desta forma, os noticiários dos jornais atuais, onde professores são espancados por exercerem sua função de educadores. Salienta-se que é obrigação do professor dar limites e exigir a disciplina. É um direito do aluno recebê-los.

A sociedade voltada para competição desenfreada fez com que os pais não tivessem tempo para os filhos, tendo uma sensação de culpa que é suprida em atender todos os desejos da sua cria. Criando esta geração sem limites, sem valores onde a tolerância é uma palavra similar a ganância. Isto é resultado do culto ao “politicamente correto” onde a liderança é vista como uma força ameaçadora. Assim  todos acham que comandam a sociedade, virando um  cabo de guerra sem direção.

Este fenômeno também está acontecendo com os cachorros de hoje em dia. Puxe em sua memória e lembre como eram tratados os animais de seus pais e avós. Eles ficavam fora de casa, comiam o resto das refeições, tomavam banho uma vez por ano. Tinham status de amimais.


Hoje estão dentro dos apartamentos, comem rações caríssimas, tomam banho em pet, recebem mimos exagerados, tendo um status de membros da família.

Estão em uma posição confusa. O que acaba gerando muitas vezes problemas de desequilíbrio nos próprios animais.

Bom, acho que estou saindo do foco.
A questão é liderança, a disciplina e minha matilha no centro de Curitiba.

Que tipo de líder devo ser?

Vejo que um líder não é um ditador, ele deve ser o que melhor canaliza dos desejos de um grupo. O que conduz e harmoniza. O que é justo e coerente.

Não quero uma matilha de cães que sejam demasiadamente calmos e submissos. Muito menos aquele cão senta/levanta/finge de morto. Acho isto patético. Quero apenas cães, que acham como cães.

 E que vivamos felizes para sempre, sem xixi no tapete, sem latidos desnecessários, e principalmente sem móveis destruído.

“As leis da natureza são o governo invisível da terra.”
Alfred Montapert

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Quem é o chefe da matilha?


Vivemos em um mundo organizado em  Nações, Estados, Municípios, empresas famílias e matilhas. Isto mesmo matilhas.

Esta é a situação que me encontro.

Cheguei à brilhante conclusão que Dodi e Ramon não são crianças, muito menos anões peludos.

Então, para que nossa convivência seja mais harmoniosa, não vou ficar esperando que os dois tenham atitudes humanas. Portanto me juntarei a eles.

Atenção: Fiquem tranquilos, não vou virar o Menino Mogli, ou pior, me  comunicar por latidos “aurelianos” que tanto critíco.

Convencido sobre a decisão acerca da alcatéia, analiso os seus componentes.

Ramon: filhote mimando firmando seu espaço. Ainda faz xixi e late quando chega alguém no corredor.

Dodi: O que pensa que é líder.

Eu: O que penso que sou líder.

Portanto, localizado o problema: Quem é o líder?

Jurava que seria eu. Pois quem dá comida, leva passear, e para fazer cocô sou eu.
 Enfim...dou as ordens no cabaré!

Será?

Dar de comer eu dou, mas nem sempre o Dodi come na hora que a comida é servida.

Ele também  controla o Ramon com olhares, movimentos de orelha, enfim toda uma linguagem corporal maquiavélica, definindo quando o menor pode comer.

Levar para passear. Cada vez acho que as saídas sanitarias estão sendo definidas pelo Dodi, pois por volta das "7h32min" ele começa a espirrar muito alto e fazer barulho na porta de meu quarto até que eu levante e os levem passear. Já na rua adivinhe quem escolhe o caminho e conduz a matilha?

Lá vai ele...


Mas, a cereja do bolo da conclusão final, a mais cruel de todas as minhas constatações, foi a seguinte:

O LIDER FAZ COCÔ E EU TENHO QUE JUNTAR!

Existe algo mais submisso que isso?

Estou fazendo uma estratégia para que este sistema mude. Com base na disciplina e correção.

Vamos ver no que dá...


quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

A identidade secreta de Ramon e Dodi


Numa noite de muito calor sai com a dupla de pequineses para o passeio sanitário.

Assim que chegamos à praça começou a chover muito.

Para minha grande surpresa fiz uma descoberta surpreendente acerca de meus cachorros. Pasmem, eles são Mogwai  do filme Gremlins  disfarçados.

A chuva fez com que suas identidades secretas caíssem por terra.
 
Veja a prova.




 O Dodi, vaidoso que é, não deixou ser fotografado.
Dodi Habib

Criar seu atalho

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

O pequinês que sobreviveu ao Titanic



Sun Yat Sen era o nome do cachorro de Henry Sleeper Harper que sobreviveu ao Titanic, na manhã do dia 15 de abril de 1912, no colo da sua dona Myna Harper no bote 3 passando despercebido a noite toda.


Sun Yat Sen era o nome de um revolucionário chinês que colocou fim à monarquia chinesa no início do ano de 1912.



O seu nome tornou-se tão famoso que, por graça, Henry Harper ao adquirir um pequinês colocou o nome desse revolucionário asiático ao animal.

Os Harper compraram o seu pequinês em Paris, e juntos adquiriram um bilhete para o cachorrinho embarcar no Titanic.

Conta-se que até J.P.Morgan, dono também de um pequinês, pediu para ver o Sun Yat Sen antes deste embarcar em Cherbourg no Titanic, para assim poder apreciar essa raça tão admirada pelo próprio. A bordo Sun Yat Sen teve muitos privilégios, até mesmo na preparação das suas próprias refeições. Sem dúvida uma raça que tem consciência da sua própria realeza, o Sun Yat Sen, um belo exemplar da sua espécie, tornou-se um exemplo disso quando os jornais americanos e britânicos de 1912 o tornaram famoso!

terça-feira, 30 de novembro de 2010

"Au"rélio

Pois é!

Aposto que meu comentário não seja dos mais populares no meio do Orkut canino, mas se tem uma coisa que eu acho pouco inteligente são estes internautas adultos que insistem em desenvolver diálogos caninos.

“Au au pra lá; au au pra cá.
Aumigo, aumensagem,  lambeijos auetc“

 Estes dias teclava com uma pessoa que insistia e puxar assunto comigo nestes latidos “Aurélianos”. Mesmo contrariado tentei desenvolver uma conversa humana, pois esta pessoa possuía uma cadela, da raça pequinês, com uma pelagem de cair o queixo.


A tentativa foi em vão. Descobri que a pessoa tinha “auma” de um cachorro especial que estaria na honrosa colocação de 80ª do ranking de inteligência do Dr. Stanley Coren.

Depois de várias tentativas frustradas fui incisivo na pergunta:
-Qual sua profissão?
Acho que nesse exato instaste a pessoa/animal foi chamada para a realidade humana e respondeu, depois de algum tempo.
- Sou vendedora de móveis.
Hum...é uma cadela.

Não me contive e fiz a segunda pergunta. Já achando que iria levar uma mordida.
-Qual a sua idade?
-35 anos

Momento reflexão: “35 anos (!)” Acho que ao invés de ponto de exclamação deveria ser um ponto final (.).

Tomara que já esteja fazendo xixi e cocô no jornal!

E é só.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Padrão da Raça Pequinês

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA
Fédération Cynologique Internationale
GRUPO 9
Padrão FCI 207
05/06/2009
Padrão Oficial da Raça
PEQUINÊS
PEKINGESE

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA
Filiada à Fédération Cynologique Internationale
Classificação F.C.I.:
Grupo 9 - Cães de Companhia
Seção 8 - Chin Japonês e Pequinês
Padrão FCI no 207 - 05 de junho de 2009.
País de origem: China
País Patrono: Grã-Bretanha
Nome no país de origem: Pekingese
Utilização: Cão de Companhia
Sem prova de trabalho
Sergio Meira Lopes de Castro
Presidente da CBKC
Álvaro D’Alincourt
Presidente do Conselho Cinotécnico
Tradução: Suzanne Blum
Revisão: Claudio Nazaretian Rossi
Impresso em: 28 de junho de 2010.

PEQUINÊS

APARÊNCIA GERAL: de aparência leonina, com expressão alerta e inteligente.
Pequeno, bem balanceado, moderadamente compacto com grande dignidade e
nobreza. Qualquer sinal de dificuldade respiratória por qualquer razão ou inabilidade
para mover-se de forma saudável são inaceitáveis e devem ser severamente
penalizados. Não deve ser excessivamente peludo.
COMPORTAMENTO / TEMPERAMENTO: corajoso, leal, indiferente sem ser
tímido ou agressivo.
CABEÇA: razoavelmente larga, proporcionalmente mais larga do que profunda.
REGIÃO CRANIANA
Crânio: moderadamente, amplo, largo e plano entre as orelhas; sem ser abobadado;
largo entre os olhos.
Stop: definido.
REGIÃO FACIAL: a pigmentação preta é essencial na trufa, lábios e contorno dos
olhos.
Trufa: não tão curta, larga; narinas largas e abertas. Uma ligeira ruga, preferivelmente
quebrada, pode se estender das bochechas até a ponta da trufa em forma de “V”
invertido. Isto nunca deve afetar ou obscurecer os olhos ou a trufa. Narinas apertadas
e excesso de rugas na trufa são inaceitáveis e devem ser severamente penalizadas.
Focinho: deve ser evidente, mas pode ser relativamente curto e largo. Mandíbula
firme.
Lábios: nivelados. Não devem mostrar os dentes ou a língua; nem obscurecer um
queixo bem definido.
Olhos: limpos, redondos, escuros e brilhantes e não tão grandes. Livres de óbvios
problemas oculares.
Orelhas: em forma de coração, inseridas ao nível do crânio e portadas próximas da
cabeça e não devem atingir a linha abaixo do focinho. Longas e profusas franjas.
PESCOÇO: relativamente curto, grosso.

TRONCO: relativamente curto, com uma cintura evidente.
Linha Superior: nivelada.
Peito: largo e com costelas bem arqueadas suspensas entre os anteriores.
CAUDA: inserida alta, portada firmemente, ligeiramente curvada sobre o dorso de
qualquer lado. Longas franjas.
MEMBROS
Anteriores: relativamente curtos, grossos com forte ossatura. O cão deve estar
bem posicionado sobre suas patas e não sobre os metacarpos. A aparência
saudável é essencial.
Ombros: bem oblíquos para trás e encaixando-se perfeitamente ao corpo.
Cotovelos: rentes ao corpo.
Antebraços: os ossos dos membros anteriores podem se ligeiramente arqueados
entre os metacarpos e os cotovelos, para acomodar as costelas.
Metacarpos: ligeiramente inclinados, forte e não tão próximos entre si.
Patas: grandes e planas, sem serem redondas. Podem ser ligeiramente viradas
para fora. Excessivamente viradas para fora são severamente penalizadas.
Posteriores: fortes e bem musculosos, porém, moderadamente mais leves do que
os anteriores. Posteriores excessivamente estreitos são severamente penalizados.
Angulação moderada. A aparência saudável é essencial.
Joelhos: bem definidos.
Jarretes: firmes e baixos.
Metatarsos: fortes e paralelos, quando vistos por trás.
Patas: largas e planas, sem serem redondas. As patas posteriores apontam diretamente
para a frente.

MOVIMENTAÇÃO: tipicamente lenta; uma movimentação bamboleante dos
anteriores é nobre. A movimentação típica não deve ser confundida com um balanço
causado por fraqueza dos ombros ou por qualquer outra indicação de doença.
Qualquer fraqueza dos ombros e cotovelos, e qualquer indicação de
insalubridade nas patas e metacarpos serão severamente penalizados. A
movimentação não deve ser interferida pelo excesso de pelagem do corpo.
PELAGEM
Pelo: moderadamente longo, reto com juba comprida, porém não estendida atrás
dos ombros, formando uma capa ao redor do pescoço. A pelagem de cobertura é
rústica, com subpelo mais macio. Franjas nas orelhas, na parte posterior dos membros,
cauda e dedos. O comprimento e o volume do pelo não devem interferir nas
atividades do cão, nem esconder o contorno do corpo. Pelagem excessiva deve
ser severamente penalizada.
COR: todas as cores e marcas são permitidas e de igual valor, exceto albino ou
fígado. Nos particolor, as manchas devem ser uniformemente distribuídas.
TAMANHO / PESO
o peso ideal não deve exceder: 5 kg para os machos.
5,4 kg para as fêmeas.
Os machos devem parecer pequenos, mas devem ser surpreendentemente pesados
quando levantados; ossos pesados e um corpo firme, com uma estrutura bem
construída, são essenciais para a raça.
FALTAS: qualquer desvio dos termos deste padrão deve ser considerado como
falta e penalizado na exata proporção de sua gravidade e seus efeitos na saúde e bem
estar do cão.
FALTAS DESQUALIFICANTES
• agressividade ou timidez excessiva.
NOTAS:
• os machos devem apresentar os dois testículos, de aparência normal, bem descidos
e acomodados na bolsa escrotal.
• todo cão que apresentar qualquer sinal de anomalia física ou de comportamento
deve ser desqualificado.

Vídeos legais pra cachorro

 

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Parque Barigui


Percebi que eu virei uma pessoa do dia, já se passou a época que eu gostava de uma boa noitada regada a bebida. Agora prefiro acordar cedo e aproveitar o sol sem ressaca.
Quem gosta disso são os dois.
Este último sábado foi ao Parque Barigui. Soltei os dois em umas trilhas que existem no meio da mata, parecem que voltaram as origens de tanto que correram.







O lugar é tão natural que até aparecem uns macacos.



Neste parque os dogs são bem-vindos.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Um York que cai...


Por volta das 9h peguei o elevador para ir à academia. Moro no 7º andar e estranhei que o elevador subiu e foi parando no 10º, 11º, 12º  e 13º e na volta parou nos mesmo andares. Ocorreu-me que Deus estava me segurando no prédio para evitar que acontecesse algo comigo, do tipo ser atropelado por um carro que passaria  naquele momento.
Sai do prédio e fui em direção a esquina para atravessar a rua, quando de uma hora para outra  caiu um cachorro do prédio. Isto mesmo: Um cachorro!
Foi uma cena muito estranha. O som do seu latido de desespero, enquanto caia, foi indescritível.
De um prédio pode cair varias coisas, como um vaso de plantas, uma peça de roupa ou até mesmo uma panela, mas um cachorro não é uma coisa usual.
Tudo isto aconteceu a um metro do meu nariz. As pessoas que passavam ficaram paralisadas com a cena.
Ao me aproximar  vi que era um Yorkshire.
Ele estava imóvel, parecia morto.
Corri para a portaria do prédio para chamar o dono. A porteira falou que deveria ser do morador do primeiro andar que não estava em casa e para piorar ela não tinha o telefone dele.
Voltei para socorrer o cachorro quando vi uma Japonesa histérica gritando, ou melhor, sentenciando que tinha certeza que alguém tinha jogado o animal para assassiná-lo. Olha o detalhe: “CERTEZA DE ALGUÉM”.
Como uma pessoa pode ter certeza se o próprio termo usado em sua acusação foi ALGUÉM. Ela já tinha feito toda a história do crime em sua cabeça e a declarava em beros.Sem direito algum de defesa do acusado, ou melhor, do “alguém” que ela nem sabe se tinha culpa ou dolo ou ao menos se ele estava em casa.
Falei para ela ficar quieta e me ajudar a socorrer quem mais precisava. O pobre York.

Ele tinha feito xixi e estava se movendo. Nesta hora passou uma mulher de carro e se prontificou a levá-lo para o hospital veterinário. È claro que na mesma hora aceitei. Não sabíamos exatamente como mover o animal. Apesar dele estar movimentando as patas o deixamos imóvel e o colocamos no carro.
Entreguei o cachorro à mulher e peguei seu telefone para deixar na portaria do prédio.
 Foi isso, só isso! Não sei se ele viveu, se ele morreu. Foi apenas issso!

Nunca sabemos o que nos espera ao abrirmos os olhos cada manhã. Cada dia uma nova história.

Amanhã vou até o prédio do acidente para saber como está o York.

Mas passado o susto me veio à pergunta: Porque o cachorro caiu?

Negligência do Dono?

Se moramos em apartamento devemos observar o acesso a janela, nunca deve ter nada que sirva como escada para o animal chegar até ela. Caso ela seja baixa deve-se colocar telas de proteção. Em dias de festas que estouram muitos foguetes e em tempestades com muitos trovoes sabemos que eles ficam muito agitados. Às vezes perdendo a noção do perigo. Hora de redobrar a atenção.

Maldade do Dono? Ele não estava em casa mesmo?
Acredito que não estava em casa mesmo. Mas também sabemos que existem muitas pessoas desequilibradas por ai. Pessoas assim devem ser responsabilizadas Penalmente pela guarda do animal.

Suicídio do Cachorro? Será que isto existe?

Caso isto ocorra conclui-se que ele tem a consciência de sua existência e de sua individualidade; ele compreende o que é a vida e a morte, uma vez que escolhe livremente entre uma e a outra; e não obedece tão exclusivamente a um instinto cego, que se o supõe. O instinto leva à procura dos meios de conservação, e não de sua própria destruição.




terça-feira, 16 de novembro de 2010

Festa do Frango

Toda noite quando chego em casa rola uma festa. Esta foi temática. A festa do Frango!!







Primeiro Cocô fora de casa

O feriadão da Proclamação da República além de ser uma data importante para a Nação foi importante para mim, pois o Ramon foi pela primeira vez no Parcão e fez o primeiro cocô fora de casa.

O cachorro mais novo sempre aprende com o mais velho, tanto as coisas certas quanto as erradas. Logo que o Ramon chegou ao Parcão ficou um pouco perdido com tanta liberdade, mas assim que viu o Dodi correr saiu em disparada para acompanhá-lo . Fui no Sábado pela manhã, devido ao feriado Curitiba estava vazia. Para ele foi ótimo para fazer sua estréia, pôde reconhecer o território com calma.

Já no Domingo cedo senti que meus dias de estresse a procurada de surpresas pela casa esta no início do fim! Ramon fez o primeiro cocô fora de casa. Achei interessante que assim que o Dodi se posicionou para a descarga o Ramon copiou. Salve o irmão mais velho. Que faça o mesmo com o xixi.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Dia de cão


Parte 1- A chuva matinal.

O primeiro banho do Ramon no pet foi mais que tumultuado. Um daqueles dias tortos.
O início começou com o passeio diário da cachorrada. Aproveitei que apesar de nublado não estava chovendo. Mais choveu! Nada como a chuva na cara para interagir com a natureza.

Parte 2- O IPTU

Depois disto fui pagar os esquecidos carnes do IPTU. Enfrentei a fila da lotérica, mas na hora de pagar eles não aceitavam carnes atrasados. Falaram para eu ir à Caixa Econômica Federal.
Na caixa enfrentei fila. Mas para minha alegria encontrei o simpático porteiro do meu prédio, o querido Senhor Jurandir, considerei que com companhia passaria mais rápido o martírio da espera na fila.
 Infelizmente o papo foi tenso, pois seu Jura tinha sido assaltado na noite anterior. Levaram sua carteira com todos os seus cartões e por muito azar ele deixava as senhas anotadas. Comoveu-me quando ele falou: "Anoto porque esqueço. Isto é coisa de velho, meu filho."
Apesar de o papo ter sido triste, cheguei ao caixa. Já na fila escolhi o caixa que eu não queria ir, como de praxe, mas como a maioria das vezes, é esta pessoa que me chama. Portanto, foi justamente aquela feiosa, sem expressão nenhuma na cara, que falou com uma voz fina e extremamente irritante: “O Senhor tem que pegar uma segunda via na Prefeitura.”
Hoje não é meu dia mesmo.
Vou poupá-lo dos detalhes seguintes, resumirei.  Enfrentei a fila da prefeitura, a fila da lotérica e ufa...Paguei o IPTU!
Continua chovendo.


Parte 3- Banho Público

Levar a cachorrada para tomar banho.
Aproveitei a carona do Antônio que estava indo para o lado do pet.  Para facilitar o embarque iria pedir para o porteiro que abrisse a porta da garagem, até que encontrei a SINDICA brigando com a mulher do ap.901 sobre  seu Lhasa latidor.
Virei invisível, sai transparente pela garagem sem alarde.
Estava chovendo...
Eu estava sem guarda chuvas.
O Antônio que chegaria em 7 minutos levou 20 minutos longos.
Foram os 20 minutos mais molhados que passei.
Mas confesso que era uma cena estranha ver um homem molhado com dois pequineses, molhados, olhando para a rua.
Eu também não poderia voltar, pois a sindica estava latindo na portaria.
Se ficar a chuva molha, se voltar a sindica pega!
E o melhor de tudo é que eu tinha que fazer cara de calmo, sem reclamar, pois estava de carona.


Parte 4-  Faltou luz no Pet

Depois de enfrentar o trânsito de Curitiba, às 13h, com “muita chuva” chego ao pet.
Adivinha? Faltou luz. Isto mesmo faltou luz.
Nada de banho e tosa higiênica.
Eu com dois cachorros molhados no colo de carona e sem luz.
Mas Deus deve ter percebido que eu precisava dele. Que eu já deveria ter pago algum carma de outra encarnação.
Voltou a luz!!!
Teria banho e tosa.

Parte 5- O aluguel

Fui pagar o meu aluguel. O Proprietário é um senhor Japonês muito legal, mas um pouco esquecido. Já na portaria fiquei sabendo que ele não estava em casa. Era só o que me faltava.
A empregada falou que ele chegaria de viagem em uma hora. Uma Hora?! Para mim parecia uma eternidade.
Chegou depois de 47 minutos. Fui um pouco seco e pedir que ele fizesse o meu recibo rápido e com meu nome certo, mas este é outro assunto.
Paguei. Acabou.

Parte 6- A bateria do Carro

Acabou a bateria do carro. È verdade. Acabou a bateria do carro.
Tivemos que esperar 40 minutos para que viesse a equipe do seguro para fazer a bendita chupeta.
Chove...

Isto não é um roteiro de filme B é vida real.

Mas tudo acaba uma hora.
Consegui chegar no pet. O Ramon estava paralisado na gaiola. Estas horas não devem ter sido faceis para ele.
O resumo do nosso dia foi a cara do Ramon na volta pra casa.
Ele foi sintético na expressão.





sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Luxo Pequinês

Uma das principais referências que se faz ao pequinês é o Luxo.

Esta relação é histórica.Desde o início dos relatos quando viviam reclusos na Cidade Proibida já eram os favoritos da família Imperial de Pequim, geralmente andavam na companhia do imperador ou da imperatriz. Faziam parte da escolta real, anunciando a presença do imperador, eram o parâmetro de altura em que todos tinham de baixar a cabeça e afastar o olhar.


Em 1860, durante a Segunda Guerra do Ópio, a mítica Cidade Proibida foi invadida pelas tropas inglesas. Motivo que fez com que cinco Pequineses seguissem viagem até Inglaterra, onde foram introduzidos aos luxos de outra corte, a britânica.

Um casal de cães ficou a cargo dos Duques de Wellington, outro dos Duques de Richmond e Gordon, acabando estes, já com o prefixo de Goodwood, por dar origem à linhagem inglesa. E o quinto “sortudo” foi oferecido à própria monarca, a rainha Victoria, que o batismo de Looty.
  



Já em 1910 a Rainha Alexandra foi  retratada em um carro com um dos pequineses favoritos.




Luxo vem do termo em latim Luxúria, que significa excesso! Talvez esse excesso histórico de troca de duas cortes tenha gerado mimos demasiados, garantido aos pequineses este temperamento tipicamente aristocrático.
Pequinês que é Pequinês sabe, e exige que seja tratado com nobreza.

Foi usado no cinema para fazer referência ao luxo.


Em tempos modernos Marilyn Monroe foi fotografada com seu exemplar.




E hoje empresta a nobreza à marca Gucci







Esta foto tirei do Blog da Madah.


 Tomara que algum publicitário de Curitiba tenha a idéia de usar Ramon e Dodi em uma campanha. Garanto que são ótimos modelos caninos.


Obs: Ao fundo minha Arvore de Natal.
Mais algumas fotos.





Em 06 de novembro de 1957, em Manhattan, New York, New York, EUA --- chega  Shapely Jayne Mansfield, voltando de sua turnê triunfante fez aparições na Europa, sempre acompanhada de seu pequinês, "Power Puff" .
Esta tirei no Muller.