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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Pequinês de Manga


Lendo na internet sobre pequineses descobri que estou com uma raridade em casa, pois os menores são citados na história desta raça como pequineses luva  ou pequineses de Manga. O nome foi tirado da história antiga, quando os imperadores levavam os menores exemplares da raça em suas mangas.

Segundo a publicação 1948 Cães Na Grã-Bretanha, uma descrição de todas as raças, o pequinês manga é uma miniatura real do tamanho padrão do cão, e também era conhecido como o pequinês em miniatura. O nome Pequinês de Luva veio o costume de levar estes cães pequenos nas mangas das vestes usadas pelos membros da Casa Imperial Chinesa. Chegava-se ao cúmulo de alimentar com vinho e arroz para retardar o crescimento do animal. Existem relatos que os filhotes eram colocados em coletes apertados para atingir o tamanho desejado. Estas práticas foram aparentemente proibidas com o falecido da Imperatriz Tzu Hsi.

Acompanhando a Saga da raça, que cito na postagem História Nobre, os pequineses chegaram à Inglaterra fazendo um enorme sucesso na Coroa Britânica. Sendo a sensação desta raça os menores exemplares da ninhada. Disputadíssimos eram vendidos a preço de ouro entre os Nobres mais abastados. Portanto o Ramon seria o queridinho dos freqüentadores da realeza britânica.


Susto passou.

Terminou o susto. Ramon está ótimo. Cada vez mais pesado, mais alegre e inteligente. O danado pode ser fraquinho, mas é de uma esperteza incrível. Desde os primeiros dias atende pelo nome e está se tornado campeão em roubar comida do Dodi. Vida longa ao Ramon!!!

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Tudo em paz

Ramon esta mais espeto que nunca. Comendo muito. Deve chegar a 1 quilo na segunda que vem. Dodi está cada vez mais amigo de Ramon. Só aparece um leve estresse na hora da comida. Por incrível que pareça um quer a comida do outro. Estes dias coloquei a comida nos recipientes trocados. Enganei os dois.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

O assassino da carne moída crua




Levei o Dodi e o Ramon no Pet. Dodi para tomar banho e o Ramon para a veterinária acompanhar. Tudo certinho. O Dodi  saiu lindo e cheiroso e o Ramon passando de 650 gr para 850 gr. Perfeito!!!
Até que o Ramon entrou no carro e fez um cocô, digo, uma diarréia horrível com sangue no acento do carro. Como estava na correria achei que era só uma diarréia normal com algo que eu confundi com sangue (será que ele comeu uma beterraba escondido?). È bom comentar que sou daltônico. Então não me peça para reconhecer o vermelho de sangue. Mas o meu amigo Antonio, que por sinal é médico, confirmou o que eu teimava em não acreditar. Era sangue!
Passou pela minha cabeça que aquilo aconteceu porque ele ficou 2 horas no meu colo no pet para esperar o Dodi. Como ele sempre esta fazendo cocô teve que segurar e quando saiu estava com sangue ou foi o sanguinho da carne crua que eu dei. Estas horas que vemos como criamos teorias absurdas para não ver a verdade obvia.
No final da tarde veio à confirmação, mais diarréia com sangue.
Tentei entrar em contato com a veterinária do Pet, mas já estava fechado e eu não tinha o celular dela. Então, veja você, tive que enfrentar a emergência do Hospital Veterinário Batel.


O lugar é muito bonito, pelo que cobram devem investir pesado na decoração.Quando precisar vá com dinheiro, pois você esta em uma emergência, num hospital que é localizado no Batel. Valendo a expressão luxo agregado ao valor da consulta.
A veterinária testou todos os reflexos do Ramon, tirou a temperatura, examinou a pelagem e levou um susto quando ele deitou a cabeça para traz. Como ele sempre faz, como o Dodi faz, enfim como qualquer pequinês da face da terra faz...
Quando ela se assustou eu me assustei com o susto dela.  Se ela falasse que aquilo era caso de internação (a inclinada do pescoço) eu iria sair no exato momento sem pagar absolutamente nada. Graças a Deus não falou nada e antes que eu me irritasse mais falei que era normal nos pequineses.
Na ultima postagem eu falei sobre alimentação natural. Comecei, além da ração, a dar carne crua para os dois. Esta era a razão da culpa que me consumia. Eu já estava me sentindo um assassino. Como eu pude acreditar em uma louca que posta vídeos na net falando sobre alimentação natural. E completando meu martírio o meu amigo Antonio ainda me tripudiou dizendo que era culpa da carne moída crua. O diabo já devia estar preparando o meu quarto no inferno.
 Nesta hora lembrei o preço que eu estava pagando e resolvi valer cada centavo da consulta. Comecei a perguntar de tudo. Até o signo da veterinária.
È lógico que a primeira pergunta foi a respeito da carne moída crua de primeira.
- Então doutora! Estes dias dei carne moída de 1ª crua para o Ramon e o Dodi. Você acha que isto foi à causa da diarréia com sangue no Ramon? Pois o Dodi esta ótimo!
A aguardada resposta da Doutora: Claro que não (neste momento minha alma ficou leve), fizeste muito bem, pois o Ramon esta com início de anemia. Carne crua junto à ração faz muito bem.
Com a resposta até nem achei tão caro a consulta (rsrs)!
Esta sentença me livrou de ser considerado o assassino da carne moída crua de primeira.
No decorrer da consulta ela ficou assustada com o tamanho e peso do Ramon. Quando examinou as patinhas fez uma cara de espanto. Imagine se ela tivesse visto ele com 650 gr. Eu comemorei tanto os 200 gr. que ele ganhou. Parecia que ela estava vendo um animal que fora regatado pela Missão de Paz da ONU no Haiti.
Nesta hora veio a conclusão da onerosa consulta.
Ramon esta com Giárdia!!!
Giárdia?
Quando fazemos curso pré vestibular recebemos um bombardeio de informação de todas as áreas do conhecimento. Achamos que esta gama temas jamais serão usados. Pois é uma inverdade. Eu lembrei o desenho da apostila que tinha um protozoário estrábico, o tal do giárdia.

Então foi este tal vesgo que me tirou o sossego do final de semana.
Giardíase é uma infecção intestinal provocada pelo protozoário Giárdia lamblia que normalmente atinge em maior proporção o intestino delgado. É contraída por contaminações fecais e orais, ou seja, pela ingestão de alimentos contaminados pelo protozoário.
Sinais Clínicos  
Os sinais clínicos podem ser severos, mas uma grande parcela dos infectados pode permanecer assintomática, e os animais jovens são os que, mais freqüentemente desenvolvem os sintomas. Os sinais clínicos da giardíase incluem diarréia mal cheirosa aguda ou crônica e com gosma,  vômito, dor abdominal , desidratação, perda de peso ou redução do ganho do mesmo.
Não existem sinais característicos da giardíase, pois diversas enfermidades intestinais se assemelham a ela, como ocorre com as gastroenterites virais, as bacterianas e as causadas por outros parasitos.Também se assemelha às alergias de origem alimentar, à enfermidade da má-absorção, a gastroenterite induzida por fármacos e as enfermidades alérgicas. 
Diagnóstico   O método mais indicado, hoje, para a detecção de Giárdia nas fezes é a Flotação com Sulfato de zinco com centrifugação, um teste diagnóstico econômico e muito eficaz. Um fator importante é a necessidade de utilizar três amostras de fezes, coletadas em dias alternados, ao longo de uma semana. Isto porque a eliminação de cistos é intermitente, o que pode gerar resultados falso-negativos quando se utiliza uma única amostra. 
Tratamento  Os agentes quimioterápicos  incluem os nitroimidazóis ( metronidazol, tinidazol), furadolizona, benzimidazóis (febendazol, albendazol), entre outros.
O mais comum é que a base do tratamento da giardíase seja eliminar os sinais clínicos associados com a infecção. Nos animais, freqüentemente ocorre a reinfestação, se os cistos infectantes não são retirados do ambiente. Isto implica em uma limpeza e desinfecção profundas sempre que possível, além de assegurar que a água e o alimento não se contaminem com as fezes. 
Vacina  Está provado que a vacina estimula o animal a resistir ao parasito, sendo uma solução efetiva em longo prazo para o controle desta enfermidade parasitária, já que a imunidade natural contra Giárdia é de curta duração. Mesmo que os tratamentos se mostrem eficazes, a reinfecção em animais é muito freqüente , devido à dificuldade de se eliminar os cistos infectantes do ambiente. Um animal vacinado, além de protegido contra giardíase, não representará mais uma fonte de infecção a outros animais.

Hoje levei o Ramon para a veterinária do pet dar mais uma olhada e saber qual o remédio que eu estava dando. Ela considerou o diagnostico do Hospital do Batel correto. E resolvemos adiantar a vermifugação que seria feita na próxima semana.

Vale à pena salientar que o Ramon esta super ativo, mais brincalhão que nunca. Parecia nem se importar com a diarréia.

Redobrei a higiene do meu apartamento e principalmente do cantinho dele. O tratamento vai longe, mas o cocozão que ele fez antes de eu sair para o trabalho valeu à pena toda a saga do final de semana.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Só Ração??


Confesso que após ver estes vídeos algumas certezas que eu tinha viraram incertezas.
Deixe sua opinião nos comentários.




Fonte: http://www.cachorroverde.com.br/comopreparar.php

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Ramon e Dodi logo se bastarão!

Cada dia que passa a relação do Ramon Dodi melhora. Daqui algum tempo não terei mais que brincar com eles, pois os dois acabarão se bastando. Tomara que eu não fique com ciúmes...

O Ramon está mais feliz. Parou de comer cocô. A pior fase da adaptação deve ter passado. Não vejo a hora de sair de casa e deixar os dois juntos. Veja a festa que eles fazem depois do almoço.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Meu cachorro come cocô




Acho que toda relação que envolve dono e animal sempre tem um  cocô no meio. È incrível! Quando são filhotes os cocôs estão em todos os cantos da casa. Depois lidar com o cheiro do cocô do jornal. E por fim, o passeio diário para o cocô. Talvez esta fosse a sequencia natural. Mas o Ramon me apresentou mais uma modalidade de cocô: A cropofagia.

Este nome feio tem me dado muita preocupação.

Perguntei ao todo poderoso que tudo sabe: “Santo Google”. Percebi que não é um bicho de 7 cabeças. Os motivos são variados.

Esta classificação foi feita segundo relato em literatura
a) Cães que comem fezes de animais herbívoros. Comportamento comum de ser observado em carnívoros silvestres. Fezes, como por exemplo, de cavalos, são
uma fonte de produtos de digestão microbiológica alem de fornecerem nutrientes aos cães.

b) Cães que comem fezes de gatos. Comportamento comum de causa indeterminada.
c) Cadelas recém paridas comem as fezes de seus filhotes. Ainda que seja um comportamento normal pode ser mal interpretado.
d) Cães que comem as próprias fezes.
e) Cães que comem fezes de cães adultos. A razão para esse comportamento não está bem determinada.
f) Cães que comem fezes humanas.
g) Cães mantidos em canis públicos ou abrigos particulares parecem exibir mais freqüentemente este comportamento.
h) Casos mistos.

Classificação segundo as causas
Varias são as hipóteses sugeridas como causas da coprofagia, no entanto não há respostas definitivas. Alguns autores sugerem que a razão para a não definição
das causa deste problema seja a decorrente das inúmeras possibilidades que normalmente envolvem este tipo de comportamento, sendo por tanto um problema multifatorial.

1. Deficiência metabólica ou doença
a)Cães que comem fezes de outras espécies animais podem fazê-lo por que estas podem ser nutritivas, palatáveis e, por causarem poucos problemas, ou representarem um petisco apreciado pelo cão. Comer fezes pode não ser repugnante para um cão e pode representar uma fonte de alimento.
b) Super alimentação: sobrecarregar o sistema digestivo fornecendo alimentação e especialmente a base de ração uma única vez ao dia pode sobrecarregar o
sistema digestivo e consequentemente ocorrer uma má digestão. Assim as fezes apresentaria um alto grau de produtos alimentares não digeridos. Mais tarde
sentindo fome o cão se alimentaria das próprias fezes.

c) Baixos níveis protéicos ou alimentação insuficiente (fome).
d) Dietas muito ricas em carboidratos e fibras.
e) Deficiência na produção pelo cão de enzimas digestivas.
f) Verminoses e carência nutricional.
g) Pancreatite crônica.
h) Síndrome de má absorção.
2. Razões comportamentais
a) As cadelas recém paridas consomem as fezes dos filhotes. Dessa forma mantém o ninho limpo.
b) Ansiedade devido a conflito ambiental. Stress ambiental pode contribuir com vários comportamentos incluindo a coprofagia.
c) Cães entediados que manipulam fezes como passatempo. (brincadeira ou comportamento lúdico)
d) O cão pode ser condicionado a ingerir fezes para receber atenção do proprietário. O comportamento pode ter sido reforçado pela reação emocional do proprietário "Não faça isso Totó !!!!!!!!!"e que significou ganho de atenção.
e) As fezes parecem ter um caráter lúdico e ser gratificantes, auto recompensa e serem saborosas.
f) Punições excessivas relacionada a eliminações do cão. Cães podem comer fezes para evitar que os proprietários os punam.
g) A distribuição errônea do espaço de dormir, alimentar, defecar e urinar. Cães que não dispõem de espaço suficiente e são forçados a defecar em seu espaço de
dormir acabam por ingerir suas fezes para manter o espaço limpo.

h) Ansiedade de separação. Cães deixados em casa sem companhia por um longo período de tempo acabam por exibir este comportamento.
i) Vício por razões comportamentais. Cães confinados ou presos são mais aptos a desenvolverem coprofagia do que aqueles que estão em companhia humana na
maior parte do tempo. Parece que animais que saem a passeio, recebem maior atenção do dono, são menos isolados e ganham brinquedos podem ter este comportamento diminuído, aliviado.

j) Cães selvagens ao se alimentarem da caça iniciam sua alimentação pela ingestão de órgãos abdominais, incluindo ai o intestino e seu conteúdo. Daí as fezes não serem repugnantes para os cães.
k) Hereditárias, manifesta-se aproximadamente aos 6-8 meses. Em tais casos o comportamento é considerado normal, onde buscar nutrientes no lixo representou
uma adaptação no processo d evolução e domesticação do cão.

Tratamentos propostos
Cães jovens podem comer fezes com o propósito de estabelecer uma flora bacteriana intestinal apropriada, no entanto, comer as fezes representa um comportamento não adequado uma vez que as fezes podem ser fontes de infestação de vermes, bactérias e vírus. Por outro lado este comportamento é rejeitado por nós e portanto deve ser tratado, ou modificado.
O Tratamento dos casos de coprofagia descritos em literatura não são uniformes. Uma vez que as causas são multifatorias e não sejam bem definidas também tornam a escolha do tratamento muito difícil e as vezes controvertido..

Bibliografia: "Coprofagia em cães: um estudo etológico de caso" - Anais do XV encontro anual de Etologia, nov. 1997, v. 15, p. 391 UFSCar, São Carlos (SP) - Organização SBEt. - Dr. Mauro Lantazman - especialista em coprofagia

Apesar de ler muita coisa na net consultei a veterinária que mencionou a existência de remédios para este problema. Mas nem sempre produzem um resultado satisfatório.  Vou tentar a base do dialogo e dar-lhe mais atenção.



segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Escape


Todos nós temos muitos problemas diários. Ninguém sai ileso do maçante dia a dia. Trânsito, trabalho, relacionamento interpessoal carregados de interesses pela lei da sobrevivência. Por isso tenha um bicho. Desfrute dos sentimentos primários de alegria, carinho e saudades. Só quem tem um pet sabe o que é abrir a porta e sentir uma recepção calorosa. Muitos problemas se dissolvem neste momento. Nossa casa deve ser um oásis do resto do mundo. Tudo deve ficar para o lado de fora da porta.

Quando bate o estresse recorro a pequenas epifanias. Muitas vezes antes ou depois de uma reunião vejo um vídeo do Dodi ou do Ramon (por isso gosto de colocar um Jazz de fundo). È como se fosse um estabilizador emocional. Você acha que sou louco? Então acha melhor tomar um trago de um alcoólico ou quem sabe um cigarro!  Ainda prefiro os meus cachorros...

Muitos estudos mostram o quanto um pet ajuda a manter uma saúde equilibrada. Basta fazer um rápida busca no Google. Aparecem inúmeras pesquisas comprovadas.

Lembre-se que somos responsáveis por nossa felicidade. Crie válvulas de escape.
Escape!!!

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Os cachorros têm todos velocidades de crescimento diferentes


Os cachorros têm todos velocidades de crescimento diferentes O crescimento de um cachorro não é linear com o tempo: ou seja, o seu ganho de peso diário evolui com o decorrer do tempo. Assim, o ganho de peso diário aumenta após o nascimento para alcançar um patamar de duração variável, diminuindo depois, à medida que o animal se aproxima da sua maturidade (idade e peso adulto). No plano estritamente matemático, a evolução desta velocidade de crescimento (fala-se em GMD, ou ganho médio diário) corresponde a uma derivada da função sigmóide representada pela curva de crescimento (evolução no peso em função do tempo). O estudo das curvas de referência para as várias raças, mostra que os cachorros de raças pequenas, apresentam uma reduzida velocidade de crescimento atingindo rapidamente a idade adulta. Estes cachorros são já relativamente pesados, quer aquando do nascimento quer no desmame, relativamente ao seu peso adulto. Na realidade, os cachorros de raças pequenas quando nascem estão "mais desenvolvidos" que os de raças médias ou grandes. Os cachorros de raças grandes têm um peso à nascença relativamente baixo e apresentam um extenso período de crescimento. É importante compreender estas diferenças de desenvolvimento e de comportamento biológico, visto que explicam o interesse em adaptar a alimentação do cão não apenas à sua idade mas também ao seu tamanho. As diferenças entre as raças de cães são observáveis desde o nascimento: uma cadela Caniche, por exemplo, dá à luz três cachorros pesando cada um 150 a 200 gramas, enquanto que o peso à nascença de cachorros Terra Nova (oito a dez cachorros) oscila entre 600 e 700 gramas. Mesmo que um cão adulto de raça gigante pese 25 vezes mais que um cão de raça pequena, a relação dos seus pesos à nascença não ultrapassa um factor de 1 para 6. Isto significa que as diferentes raças têm diferentes padrões de crescimento, sendo a amplitude e a duração do crescimento, proporcional ao peso final do cão: - metade do peso adulto é atingida aos 3 meses de idade num cachorro de raça pequena e apenas aos 5 a 6 meses num cachorro de raça grande; - um Caniche, atinge o seu peso adulto por volta dos 8 meses, tendo multiplicado o seu peso à nascença por 20. Um Terra Nova, cresce até aos 18 a 24 meses, altura em que multiplicou o seu peso à nascença por aproximadamente 100 !



Fonte:http://publications.royalcanin.com/renvoie.asp?type=1&id=102389&cid=113056&com=23&animal=1&lang=6&session=12249212


Curva Etária Comparativa entre o Homem e o Cão





Curva Etária Comparativa entre o Homem e o Cão

 Ambos, homem e cão, nascem com zero dias. Assim o nosso ponto de partida será o zero mas, antes disso, vamos falar rapidamente sobre a concepção, gestação e parto.
    A concepção canina acontece entre o décimo e o décimo terceiro dia do cio da cadela, a contar da primeira gota de sangue decorrente do estro, quando não há mais sangramento. No ser humano, a concepção ocorre durante o período fértil que é o intermediário entre as menstruações. A freqüência normal do estro canino é semestral, enquanto que nos humanos é mensal. O período de duração da gestação canina é de nove semanas, o da humana é de nove meses.
Já, por ocasião do nascimento, começam as diferenças perceptíveis do desenvolvimento entre humanos e caninos.
Logo após o nascimento, os caninos, antes mesmo de abrirem os olhos e os ouvidos, conseguem, arrastando-se, encontrar as tetas da mãe, pelo faro. Em cerca de três minutos, já estão se alimentando por conta própria. Tanto as parturientes quanto os bebês humanos, necessitam de ajuda externa para o parto ou para as primeiras mamadas.
 Aos dez dias os cachorros (filhotes de cão) começam a abrir seus olhos e ouvidos. A esta altura, já estão caminhando, com dificuldade, mas caminhando. Os bebês humanos, ao contrário, abrem seus olhinhos bem antes, porque a visão lhes é, dos sentidos, o mais importante. Para conseguirem caminhar (engatinhar) entretanto, só aos seis meses.
Aos vinte e dois dias os dentinhos e as unhas dos filhotes começam a espetar e arranhar as tetas da mãe e, em razão disso, ela começa a evitar que eles mamem. Até esse momento as mães limpam seus cachorros lambendo os excrementos que, pela dedicação, devem ser deliciosos. O desmame, quando não iniciado pelo humano, é feito pela regurgitação dos alimentos, já mastigados e mesclados com a saliva materna, facilitando dessa forma a digestão. Para os humanos isto é porcaria, por isto oferecem aos cachorros a ração desmame que, afinal, é a mesma coisa. Os primeiros dentinhos do bebê humano nascem por volta dos quatro meses.
As fêmeas caninas parem uma ninhada de, em média, seis filhotes. Gêmeos humanos são uma raridade. Quando atingem a idade de trinta e cinco dias os caninos já ensaiam as primeiras brincadeiras de luta, que os torna muscularmente aptos a sobreviver (quando na floresta). Entre os humanos, as crianças ensaiam essas brincadeiras de luta no "jardim de infância"... e sofrem o primeiro revés da natureza humana: tem uma Tia que castiga quem "briga". Aí os pais têm que pagar um curso de judô ou caratê, aí fica oficializada a porrada.
Em torno dos quatro meses e meio se inicia a segunda dentição da espécie canina. Caem os dentes decíduos (de leite) e germinam os dentes da dentadura definitiva. Nos humanos, isso acontece por volta dos seis para os sete anos.
É a fase da vida mais importante para os caninos. É o período de "imprinting", ou seja, da implantação do código de ética, portanto crucial na formação do caráter. Esse período vai até os seis meses quando termina a segunda dentição e se inicia a adolescência.
    Nessa fase, o cão que apanha surras para aprender vai sedimentar um sentimento que, dependendo do temperamento (bagagem genética), poderá se submeter totalmente, tornando-se um cão tímido de companhia desagradável ou agressivo e de companhia insuportável. Corresponde, no humano, ao período compreendido entre os oito e os treze anos, quando começa a adolescência.
    A adolescência canina vai, para os cães de grande porte, dos cinco meses e meio aos quatorze meses e, nos de pequeno porte, até os doze. É o período em que o cão cresce desordenadamente, se torna desajeitado e, no qual, se processam as grandes mudanças de comportamento. A humana vai dos treze aos vinte anos.
    A juventude canina tem, relativamente, um tempo maior do que a humana. Para os cães de pequeno porte como o poodle, pinscher, beagle etc. vai dos doze aos trinta e seis meses (3 anos). Para os cães de grande porte vai dos quatorze aos vinte e quatro meses (dois anos). Entre os humanos dos vinte aos trinta anos, aproximadamente.
O período mais longo tanto para os humanos quanto para os caninos é a maturidade que vai desde os três até os oito anos, início da terceira idade. Entre os humanos dos trinta aos sessenta e cinco anos.
    É a fase da vida, tanto para os cães quanto para os homens na qual, passada a fase do aprendizado lecionado, se adquire e se acumula a experiência. Os cães que tiveram uma adolescência com fartura de amor e carinho e que tiveram pais humanos com paciência suficiente para explicar as regras do nosso comportamento, conseguem ter uma leitura do mundo mais amigável e, certamente, serão menos agressivos e de convivência mais agradável. Essa experiência jamais cessa de ser acumulada, mesmo entre os humanos. Michelangelo, o grande pintor, escultor e arquiteto italiano do Renascimento, disse ao morrer: "É uma pena... ainda tenho tanta coisa que aprender..."
    Com os cães, a convivência dos idosos com filhotes traz uma renovação vital inacreditável.
  

    Todas as pessoas que possuem um cão da terceira idade deveriam procurar adquirir um filhote para que, tanto o idoso possa se renovar, quanto a sua experiência possa ser transferida para o filhote. É por isso que uma das imagens mais dignas que temos da nossa cultura oral é a da vovó sentada numa cadeira de balanço contando estórias para seus netinhos...

Muitas vezes pensamos que sabemos o que é melhor para os nossos cães... mas, na realidade, muitas vezes não sabemos nem o que é melhor para nós mesmos.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Disputa de Poder Fedido


Seria melhor um casal ou dois machos?

A resposta certa para a maioria das pessoas deve ser um casal. Mas fiquei pensando no cio, deve ser complicado controlar a festa dos dois. Existia a possibilidade de castrar, mas tenho dó.
Acabei optando então por ter dois machinhos. A principio não estou a fim de castrar. Quero fazer uma dinastia dos meus pequineses. Ainda mais sendo um cachorro que esta em extinção.

A relação ainda esta delicada, nada de violência, mas o Dodi continua distante.

È interessante observar o Ramon fazendo xixi e o Dodi fazendo o mesmo sobre o laguinho dele. Instalou se em casa o território do fedor. Só falta agora eu fazer o mesmo para mostrar quem manda! Fazia meses que o Dodi não urinava em casa.  Nada como um pano com desinfetante para resolver a disputa de poder.

O Ramon começou a fazer um cocô mole, para evitar qualquer problema o levei na veterinária. Ela, de cara, achou que ele esta meio magrinho. Resolvemos entrar, da mesma forma que o Dodi, com a ração hill´s.  E para resolver a diarréia um  probiótico para melhorar a flora intestinal. E para o fedorzinho um banho seco.

No geral esta bem: temperatura, coração e dentinhos em ordem.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

O irmão Ramon

Culpava-me por deixar o Dodi sozinho em casa quando ia trabalhar. Ninguém gosta de ficar sozinho. Tomei coragem e comprei um irmãzinho para ele. Quando digo irmãozinho não é figura de linguagem ele é minúsculo mesmo. Todos os dias eu ficava olhando o Orkut do Canil Nackicão.  http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=1575319858579848859 . Para mim um verdadeiro paraíso de belos animais. Vejo que a Dulci , Dona do Canil, é muito cuidadosa, pois os exemplares são lindíssimos. Tenho vontade de ficar com todos. Ela também dá todo o suporte após a venda. Suas dicas são preciosas. Sempre que fuçava o orkut do canil via o Dino. O que me chamava a atenção era o seu tamanho diminuto. Certa vez, no Shopping Palladium, vi um pequinês no pet muito pequeno, a antítese do Dodi que parece um São Bernardo. Imediatamente pensei que o próximo que teria seria um menor. Mas o Dino não é pequeno, é minúsculo. Perto de seus irmãos ele some.
Mas o que ele tem de pequeno tem de esperto. Segundo a Dulce ele sempre era o primeiro a chegar à teta da mãe. Agora, se eu deixar, ele come a comida do Dodi. Já o Dodi deve pensar: “Quem é o Tampinha ai?” No primeiro dia, sábado, ele mostrou o jeito Dodi de ser. Ficou de costas! Já no domingo, pelo menos, mostrou que sentiu a presença do pequenino. O Dodi não tinha demonstrado nenhuma reação, nem que gostou, nem que não gostou. Até que no Domingo à noite fui deixar o Ramon no banheiro com a porta fechada para dormir e de imediato ele começou a chorar. O Dodi veio na minha direção em disparada, esperando que eu tomasse uma atitude e libertasse o rapaz. Esta hora percebi que apesar da personalidade Nórdica do Dodi ele havia se preocupado com o irmão. Optei por mudar o nome de Dino para Ramon. Pelo que parece muitas histórias virão.













sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Dodi no Hotel




Pela primeira vez estou deixando meu cachorro sozinho. Vou passar o feriado em Natal.
Até tentei levar junto, mas a cota de quartos que admitia cães já estava esgotada.

Hoje o Dodi parecia pressentir que algo estava acontecendo. Quando eu preparava a mala dele, escondeu se por detrás do móvel da sala. Ele nunca tinha feito isto.

Quando decidi viajar tentei deixar o Dodi com um irmão (destino Las Vegas), tentei minha mãe (Buenos Aires) e assim por diante, todas as pessoas possíveis estavam com destinos programados no 7 de setembro . Então restou o Hotel. A palavra “restou” talvez não seja adequada a esta situação. Pois no fundo já era minha primeira opção.

Quando decidimos por um Pet temos que puxar a responsabilidade para si. Pois esta foi uma escolha minha e não de parentes e amigos.

O hotelzinho é o lugar perfeito, pois é o ofício destas pessoas. Estão qualificadas para esta função. Lá trabalham, além de uma pediatra, digo, veterinária, pessoas que gostam de animais.
O que escolhi foi o Hotel do Pet Center Curitiba. Muito bem recomendado pelo meu grande amigo dono da Yasmim. Ela sempre ficou lá e adora os donos e funcionários. Ótimo sinal...

Como sou marinheiro de primeira viagem fiz esta lista de recomendações:

Dodi e sua rotina.

Passeio xixi cocô:
• Pela manha das 9h às 10h
• Pela noite das 21h às 22h.
Alimentação:
• Duas vezes ao dia. Come mais durante a noite e não esquecer do Patê.
Escovação:
• Um dia spray com solução com condicionador,
• Outro com talco.

Aposto que os Donos do Pet devem ter me achado louco. Mas é a primeira vez...

Aproveitei hoje para escrever este texto. Ajuda a exorcizar a minha preocupação. Tenho certeza que estará melhor no hotel do que com um parente que cuidasse por obrigação. Tomara que a Dona Ana não leia.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Parcão Social Club

 
Curitiba é uma cidade que possui muitas atrações turísticas. Uma das que mais gosto é o MON (Museu Oscar Niemeyer).  Atrás desta obra de arte da arquitetura está o Parcão. Espaço adorado pelos bichos de apartamento.
È um lugar ideal para os cachorros e cachorreiros se socializarem.
Vira, aos finais de semana, um paraíso para admiradores de cães. Lá percebemos o quanto o Curitibano gosta de Cachorro. Em alguns dias passam de 100 cachorros, sempre com seus orgulhosos donos.

Interessante observar a sociedade que se forma. Ocorre uma divisão de grupos.

No lado esquerdo as integrantes das Ongs com seus vira-latas de todas as cores e tamanhos. São pessoas do bem, muitas delas, “me parece”, que dedicam a vida pela causa.  Geralmente estão vestidas de forma bem à vontade, parece que saíram do Festival de Woodstock. Obs.: Nunca diga que seu cachorro vai cruzar perto delas, elas surtam dizendo que você tem que adotar um cachorro abandonado.


Já ao meio os cachorros maiores. Os donos normalmente levam algo para arremessar. È lindo ver aqueles amimais em disparada. Geralmente neste local estão os labradores, boxers, pastores. Também aparecem os velozes galgos e basset. Possuem nomes joviais como tequila, veloz, petisco, whisky.  Donos ventem-se com roupas mais esportivas para acompanhar os amimais nas brincadeiras.

À direita os pequenos. Poodle, lhasas, yorks e os raríssimos pequineses. Geralmente esta turma tem nomes mais elaborados e pomposos: Otávio, Arthur, Leonardo, Bernardo e por ai vai. Os donos geralmente estão vestidos com roupas mais modernas.  

Falam que os pequineses estão em extinção. Deve ser verdade mesmo, pois no parcão, além do Dodi, só conheço as lindas e charmosas Cher e Hany. Esta, se tudo der certo, futura esposa do meu filhão. E ao contrario dos pequineses os Lhasas dominam a cena. Agora eles que estão na moda.

Faço questão que o Dodi frequente todas as tribos (rsrs) !

99% das pessoas que freqüentam o Parcão levam o saquinho para dar o destino certo aos cocozões.

Dificilmente ocorrem brigas entre os amimais soltos. Noto que os cães se dão muito bem. Os problemas, que raramente ocorrem, são com os Donos que muitas vezes esqueceram a focinheira em casa!