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sábado, 17 de setembro de 2011

De onde veio seu Pequinês?




Este foi um email que recebi de um dos nossos. Tirarei nomes por razões obvias.
Serve como uma ótima reflexão.
Ipsis litteris
“Olha só o que esta acontecendo comigo:

Esses dias estava chegando em casa e tinha uma mulher parada no meu portão com um pequinês no colo, observando atentamente os meus cães. Inclusive ela até se assustou quando me viu.
Eu a cumprimentei afaguei o seu cachorrinho e até convidei-a para entrar e ver meus cães mais de perto.

Conversamos, até falei do Pequinês Social Club, do blog, dos encontros, até que ela falou porque realmente veio: queria se desfazer de dois pequineses!
Ai, se eu pudesse voltar 10 minutos atrás no tempo! Eu “viajando na maionese” achando que tinha acabado de conhecer uma pessoa legal, que gostasse de pequinês, que poderíamos até ir juntas aos encontros...

Ela disse que é criadora e mora numa chácara em XXXXXX, eu até a questionei por ela estar do outro lado da cidade e ela disse que tem uma filha que mora próxima a minha casa e veio visitá-la.

As palavras dela:
“O pequinês macho é territorialista e vive se pegando com o iatsu”
“A pequinesa de cinco anos já passou por duas cesáreas e teve que retirar o útero.” “Quero doá-los para quem realmente cuide” “Eu realmente me importo com eles”.

A meu ver ela acha que esta fazendo uma boa ação doando um cachorro de raça...
Entre o iatsu e o pequinês ela escolhe o iatsu, isto porque o pequinês ninguém quer no momento, ele não é um cachorro “da moda”, isso significa mercadoria em estoque pra ela. A pequinesa já passou da idade fértil, já foi explorada até o último e não tem direito a uma “aposentadoria”.
E o pior é que ela acha que eu posso resolver o problema, porque eu abri o meu bocão dizendo que eu faço parte de um clube de pequineses.

Sabe, há uns dois meses atrás minha vizinha encontrou uma pequinesa idosa na nossa rua: não tinha dentes, era quase cega, não andava (não porque estava machucada, era por causa da idade, ela não tinha vontade de se movimentar), os pelos eram ralos, falhos. Ela me chamou pra saber se era uma pequinesa mesmo, e ela disse que a cachorrinha não podia comer pela falta de dentes, até sugeri fazer uma “papinha de ração”. A vizinha foi muito 10: cuidou, deu banho, tratou na boca, se apegou a cachorra. Passado alguns dias o marido dela foi sair com o carro e a cachorra não saiu de baixo, ele também não viu e acabou matando ela. A vizinha ficou desolada. Essa vizinha tem 5 cachorros de rua adotados.

Depois eu fiquei pensando... Será que foi essa mulher que abandonou a cachorra?

Agora entendo porque dizem “Não compre animais, adote!”

Abraço”

Por estas e outras castrei o Ramon e logo o Dodi.
Amigos. Vamos procurar descobrir a origem dos cães que compramos para que não alimentemos esta indústria maldita.
Obs.: Foto ilustrativa tirada da internet.

9 comentários:

  1. Que pecado fazer isso com os cachorros, ao meu ver existem pessoas que não tem conciencia quando compram ou até mesmo adotam esses animais. acham que eles não vão ficar velhos,que eles realmente precisam de você e depois de um tempo querem larga-los.
    A partir do momento que você tem um cachorro entra a responsabilidade de dar amor, cuidar realmente bem dele, eles não são mercadorias que um dia eu quero outro dia já não quero mais. Por isso antes de ter um cachorro ou qualquer outro animal devemos pensar bem.

    Abraços

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  2. Só de pensar que eu fiquei 2 anos esperando a minha pequinesa, e essa criatura, se desfazendo de dois,porque já passaram do "prazo de validade" e " não estão na moda"! Chego a conclusão, que quanto mais eu conheço os homens, mais eu amo os animais... duvido que se fosse o contrario isso aconteceria.se essa pessoa estivesse bem velhinha, será que seus cães iriam fugir de casa, para achar um dono mais novo????
    estava sentindo falta das tuas postagens... abç

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  3. Que situação triste ! Os cães de raça ou sem raça definida são muito especiais ! Como podem alguns seres humanos manipularem outros seres vivos como os cães para gerar uma industria dinheirista de vendas de cães sem envolvimento emocional!!! Nada contra estimular manter as raças em cruzamentos predeterminados , mas isso tem que ser feito com bom senso e fiscalização ! Usar uma matriz para crias seqüênciais e que gerou muito dinheiro pro dono e quando esta já esta cansada dizer que quer de desfazer .... É crime !!!! Não só um crime contra legislação , é crime contra vida ....

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  4. Lamentável! Sorte dos anjinhos que acolhemos como nossos companheiros! Tentamos sempre faze-los felizes, porque entendemos que é nossa responsabilidade, desde que retiramos da mãe! Das minhas três princesas, duas são idosas, e quem quer a compania desses peludos, tem que ser na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, na juventude e na velhice, respeitando as limitações e deslizes da idade! Amo minhas senhorinhas, como amo minha garotinha!
    Grande abraço...

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  5. que carinha triste tem ela,boa sorte para essa fofinha...beijos

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  6. Sou sempre a favor da adoção de cães resgatados. No entanto, respeito quem opte pela compra, mas acho importante que as pessoas saibam o mercado sujo que há por trás da maioria dos pets que vendem bichinhos. É muito importante conscientizar aqueles que apreciam cães de raça a procurarem lugares e pessoas que tratem dos cães com dignidade e carinho e não como meras matrizes que ao envelhecerem ou adoecerem não servem para mais nada.

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  7. Maurício, o que aconteceu com os dois peks???

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  8. Estava lendo essa historia e concordo com vc que essas pessoas fazem comercio dos animais por dinheiro, tenho um pequines "Fred" com 1 aninho, qdo comprei ele estava de 4 meses depois de uns dias percebi que ele tinha um problema na barriga, tipo uma hernia que era um problemas bem mais interno que parecia, fiz cirurgia que foi bem delicada e ele corria risco, ao falar com o criador disso que trocaria ele por outro, dai foi a vez que eu meti o bocão, pois ele fazia criação de pais com filho etc..., passou uns meses ele teve que castrar todos pois "descobriram" o que ele estava fazendo.Mas agora fred esta super bem e é um doce de companheiro.

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